Peruíbe
- Área: 328 km²
- População: 65.980 habitantes
- Localização geográfica: latitude 24º19'12" (S) - longitude 46º59'54" (W)
- Distância: 130 km da capital
- Principais atividades econômicas: turismo, construção civil e agricultura
- Santo padroeiro: São João Batista
- Quem nasce na cidade é peruibense
- Data de criação do município: 18/02/1959
- Data de aniversário da cidade: 18 de fevereiro
- Origem do nome: do tupi yperu ´y-pe, que significa no ou para o rio do tubarão, referência não a essa espécie marítima, mas a certos peixes de rios que os indígenas nominavam genericamente de tubarão.
História
A primeira notícia que se tem de Peruíbe é de 1538, ano em que Pero Correa recebeu em doação "duas terras", uma delas no local chamado Peroibe. Em 1584, já havia um vilarejo no local, o de São João de Peroíbe, majoritariamente habitado por índios tupiniquins e carijós. O turismo de veraneio é a principal atividade econômica da cidade. Nas redondezas, há algumas áreas de plantação de banana e de pescaria.
A cidade conta com quatro unidades de conservação ambiental que compartilha com outros municípios. A maior e mais famosa delas é o parque de Juréia-Itatins, considerado pela Unesco como sítio do patrimônio natural mundial.
Locais de interesse público
A cachoeira do Paraíso é acessível por trilha e freqüentemente visitada por turistas. Na trilha do Itatins há um morro com vista para as praias de Guaraú e Barra do Una. Pelo mirante da Torre é possível ter uma ampla vista da mata de restinga da planície litorânea e da costa. O museu arqueológico exibe fósseis, vestimentas e instrumentos típicos dos primeiros colonizadores e dos índios.
Municípios limítrofes
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Município
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Indicador
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Ano
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Valor
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Estado de São Paulo
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R.M. São Paulo
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R.M. Campinas
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R.M. Baixada Santista
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| Peruíbe | {yootooltip title=[Área (em km²)] width=[400] mode=[cursor] sticky=[0] display=[block]}Área territorial Ano: 2005 Definição: Area territorial total (urbana e rural) do município, em quilômetros quadrados, definida por lei estadual em vigor em 1º de setembro do ano considerado. Fonte: Instituto Geográfico e Cartográfico – IGC. Estado de São Paulo: 248.600 km2 Região Metropolitana da Baixada Santista: 2.373 km2 Região Metropolitana de Campinas: 3.673 km2 Região Metropolitana de São Paulo: 8.051 km2{/yootooltip} |
2009 | 328 | 248.600 | 8.051 | 3.673 | 2.373 |
| Peruíbe | {yootooltip title=[População] width=[400] mode=[cursor] sticky=[0] display=[block]}População Ano: 2007 Definição: As populações aqui consideradas resultam de um modelo de projeção demográfica baseado nos resultados do Censo Demográfico (IBGE) e nos indicadores de crescimento calculados a partir das estatísticas vitais processadas na Fundação Seade. Estas estimativas referem-se a 1º de julho de cada ano. Fonte: Fundação Seade. Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística – IBGE. Estado de São Paulo: 41.029.416 habitantes Região Metropolitana da Baixada Santista; 1.683.214 habitantes Região Metropolitana de Campinas: 2.664.618 habitantes Região Metropolitana de São Paulo: 19.586.264 habitantes{/yootooltip} |
2008 | 55.469 | 41.139.672 | 19.697.337 | 2.708.469 | 1.664.929 |
| Peruíbe | {yootooltip title=[Densidade demográfica] width=[400] mode=[cursor] sticky=[0] display=[block]}Densidade demográfica Ano: 2007 Definição: Número de habitantes residentes de uma unidade geográfica em determinado momento, em relação à área dessa mesma unidade. A densidade demográfica é um índice utilizado para verificar a intensidade de ocupação de um território. Fonte: Fundação Seade. Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística – IBGE. Instituto Geográfico e Cartográfico – IGC. Estado de São Paaulo: 165,04 habitantes/km2 Região Metropolitana da Baixada Santista: 709,32 habitantes/km2 Região Metropolitana de Campinas: 725,46 habitantes/km2 Região Metropolitana de São Paulo: 2.432,77 habitantes/km2{/yootooltip} |
2008 | 170,04 | 165,75 | 2.479,58 | 742,93 | 687,20 |
| Peruíbe | {yootooltip title=[Grau de urbanização (%)] width=[400] mode=[cursor] sticky=[0] display=[block]}Grau de urbanização (% de população urbana) Ano: 2007 Definição: Percentual da população residente dentro dos limites urbanos dos municípios. Obs: 1. As categorias rural e urbana de uma unidade geográfica são, no Brasil, definidas por lei municipal. Os critérios para determinar se um domicílio fica na zona rural ou urbana são políticos e variam, portanto, de um município a outro. 2. Em relação aos domicílios, o IBGE, órgão responsável pelo Censo Demográfico, identifica duas situações: a) em "situação urbana" estão os domicílios que se localizam em áreas urbanizadas ou não, correspondentes às cidades (sedes municipais), às vilas (sedes distritais) ou às áreas urbanas isoladas; b) em "situação rural" estão os domicílios que se localizam fora dos limites acima definidos, inclusive os aglomerados rurais de extensão urbana, os povoados e os núcleos. Fonte: Fundação Seade. Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística – IBGE. Estado de São Paulo: 93,75% Região Metropolitana da Baixada Santista: 99,61% Região Metropolitana de Campinas: 97,38% Região Metropolitana de São Paulo: 94,88%{/yootooltip} |
2007 | 98,21 | 93,75 | 94,88 | 97,38 | 99,61 |
| Peruíbe | {yootooltip title=[Índice de envelhecimento (%)] width=[400] mode=[cursor] sticky=[0] display=[block]}Índice de envelhecimento Ano: 2007 Definição: Proporção de pessoas de 60 anos e mais por 100 indivíduos de 0 a 14 anos. Adota-se o corte etário da população idosa em 60 anos, de acordo com Rede Interagencial de Informações para a Saúde - Ripsa e 25ª Conferência Sanitária Pan-Americana da Organização Pan-Americana da Saúde - Opas. Alguns países desenvolvidos adotam, todavia, 65 anos. Estas estimativas referem-se a 1º de julho de cada ano. Fonte: Fundação Seade. Estado de São Paulo: 41,90 Região Metropolitana da Baixada Santista: 46,06 Região Metropolitana de Campinas: 43,16 Região Metropolitana de São Paulo: 36,85{/yootooltip} |
2008 | 41,23 | 44,83 | 39,44 | 46,80 | 48,37 |
| Peruíbe | {yootooltip title=[População - 60 anos e mais (%)] width=[400] mode=[cursor] sticky=[0] display=[block]}População com 60 anos e mais Definição: Proporção da população 60 anos e mais em relação ao total da população em determinado espaço geográfico, no ano considerado. Fonte: Fundação Seade. Nota: Refere-se a 1º de julho de cada ano.{/yootooltip} |
2008 | 11,53 | 10,52 | 9,75 | 10,21 | 11,39 |
| Peruíbe | {yootooltip title=[População - menos de 15 anos (%)] width=[400] mode=[cursor] sticky=[0] display=[block]}População com Menos de 15 Anos Definição: Proporção da população de 0 a 14 anos em relação ao total da população em determinado espaço geográfico, no ano considerado. Fonte: Fundação Seade. Nota: Refere-se a 1º de julho de cada ano. População com Menos de 15 Anos Definição: Proporção da população de 0 a 14 anos em relação ao total da população em determinado espaço geográfico, no ano considerado. Fonte: Fundação Seade. Nota: Refere-se a 1º de julho de cada ano.{/yootooltip} |
2008 | 27,97 | 23,47 | 24,71 | 21,82 | 23,55 |
| Peruíbe | {yootooltip title=[Taxa geométrica de crescimento anual da população (%)] width=[400] mode=[cursor] sticky=[0] display=[block]}Taxa geométrica de crescimento anual da população 2000/2007 Ano: 2007 Definição: Expressa, em termos percentuais, o crescimento médio da população em um determinado período de tempo. Geralmente, considera-se que a população experimenta um crescimento exponencial também denominado como geométrico. Fonte: Fundação Seade. Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística – IBGE. Estado de São Paulo: 1,50 a.a. Região Metropolitana da Baixada Santista: 1,92 a.a. Região Metropolitana de Campinas: 1,92 a.a. Região Metropolitana de São Paulo: 1,33 a.a.{/yootooltip} |
2008 | 1,00 | 1,34 | 1,24 | 1,88 | 1,53 |
| Peruíbe | {yootooltip title=[Razão de Sexos] width=[400] mode=[cursor] sticky=[0] display=[block]}Razão de sexos Ano: 2007 Definição: Número de homens para cada 100 mulheres na população residente em determinada área, no ano considerado. As estimativas referem-se a 1º de julho de cada ano. Fonte: Fundação Seade. Estado de São Paulo: 95,82 Região Metropolitana da Baixada Santista: 93,70 Região Metropolitana de Campinas: 97,62 Região Metropolitana de São Paulo: 93,25{/yootooltip} |
2008 | 97,20 | 95,69 | 93,32 | 97,10 | 93,48 |
| Peruíbe | {yootooltip title=[Taxa de natalidade (por mil hab.)] width=[400] mode=[cursor] sticky=[0] display=[block]}Taxa de natalidade (por mil habitantes) Ano: 2006 Definição: Relação entre os nascidos vivos de uma determinada unidade geográfica, ocorridos e registrados num determinado período de tempo, e a população estimada para o meio do período, multiplicados por 1.000. Taxa de natalidade = (nascidos vivos / população ao meio do período) x 1.000. Fonte: Fundação Seade. Estado de São Paulo: 14,92 Região Metropolitana da Baixada Santista: 15,03 Região Metropolitana de Campinas: 13,89 Região Metropolitana de São Paulo: 16,10{/yootooltip} |
2006 | 16,80 | 14,92 | 16,10 | 13,89 | 15,03 |
| Peruíbe | {yootooltip title=[Taxa de mortalidade geral (por local de residência) (por mil hab.)] width=[400] mode=[cursor] sticky=[0] display=[block]}Taxa de mortalidade geral (por local de residência, por mil habitantes) Ano: 2006 Definição: Relação entre os óbitos gerais de residentes numa unidade geográfica ocorridos num determinado período de tempo (em geral, um ano) e a população da mesma unidade estimada ao meio do período. Taxa de mortalidade geral = (óbitos gerais de residentes / população ao meio do período) x 1.000. Fonte: Fundação Seade. Estado de São Paulo: 6,00 Região Metropolitana da Baixada Santista: 7,02 Região Metropolitana de Campinas: 5,46 Região Metropolitana de São Paulo: 5,61{/yootooltip} |
2006 | 6,97 | 6,00 | 5,61 | 5,46 | 7,02 |
| Peruíbe | {yootooltip title=[Taxa de mortalidade infantil (por mil nascidos vivos)] width=[400] mode=[cursor] sticky=[0] display=[block]}Taxa de mortalidade infantil (por mil nascidos vivos) Ano: 2006 Definição: Relação entre os óbitos de menores de um ano residentes numa unidade geográfica, num determinado período de tempo (geralmente um ano) e os nascidos vivos da mesma unidade nesse período. Taxa de mortalidade infantil = (óbitos de menores de 1 ano / nascidos vivos) x 1.000. Fonte: Fundação Seade. Nota: A maior variabilidade nas taxas, em alguns municípios, pode decorrer do número reduzido de nascidos vivos e óbitos de crianças menores de 1 ano, ocorrido em cada ano considerado. Estado de São Paulo: 13,28 Região Metropolitana da Baixada Santista: 17,58 Região Metropolitana de Campinas: 9,80 Região Metropolitana de São Paulo: 13,26{/yootooltip} |
2006 | 23,32 | 13,28 | 13,26 | 9,80 | 17,58 |
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Município
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Indicador
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Ano
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Valor
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Estado de São Paulo
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R.M. São Paulo
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R.M. Campinas
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R.M. Baixada Santista
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| Peruíbe | {yootooltip title=[Índice de Desenvolvimento Humano Municipal] width=[400] mode=[cursor] sticky=[0] display=[block]}Índice de desenvolvimento humano municipal - IDHM Ano: 2000 Definição: Posição ocupada pelo município em relação aos outros municípios do Estado de São Paulo no que se refere ao desenvolvimento humano. O município classificado como número 1 é o de melhor desempenho, a partir da fórmula: IDHM=(índice de longevidade + índice de educação + índice de renda) /3. Fonte: Fundação Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística - IBGE. Programa das Nações Unidas para o Desenvolvimento - Pnud. Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada - Ipea. Fundação João Pinheiro - FJP. O IDHM se situa entre zero e um, os valores mais altos indicando níveis superiores de desenvolvimento humano. Estado de São Paulo: 0,81 Região Metropolitana da Baixada Santista: 0,79 Região Metropolitana de Campinas: 0,81 Região Metropolitana de São Paulo: 0,79{/yootooltip} |
2000 | 0,783 | 0,814 | NA | NA | NA |
| Peruíbe | {yootooltip title=[Índice Paulista de Responsabilidade Social - IPRS Escolaridade] width=[400] mode=[cursor] sticky=[0] display=[block]}Indicadores do IPRS Indicador sintético de escolaridade Ano: 2006 Definição: Combinação linear de quatro variáveis, sendo expresso em uma escala de 0 a 100, na qual o 100 representa a melhor situação e zero, a pior. Fonte: Fundação Seade. Índice Paulista de Responsabilidade Social - IPRS. Indicador de escolaridade: dados de Censos Demográficos produzidos pelo IBGE e Censos Escolares realizados pelo Instituto Nacional de Estudos e Pesquisas Educacionais (Inep).{/yootooltip} |
2006 | 71 | 65 | 66 | 63 | 61 |
| Peruíbe | {yootooltip title=[Índice Paulista de Responsabilidade Social - IPRS Longevidade] width=[400] mode=[cursor] sticky=[0] display=[block]}Indicadores do IPRS Indicador sintético de longevidade Ano: 2006 Definição: Combinação linear de quatro taxas de mortalidade, sendo expresso em uma escala de 0 a 100, na qual o 100 representa a melhor situação e zero, a pior. Para cada ano de referência, as taxas de mortalidade referem-se à média do triênio. Por exemplo, para o IPRS-2000, utilizou-se a média do período 1999-2001. Fonte: Fundação Seade. Índice Paulista de Responsabilidade Social - IPRS.{/yootooltip} |
2006 | 62 | 72 | 73 | 75 | 65 |
| Peruíbe | {yootooltip title=[Índice Paulista de Responsabilidade Social - IPRS Riqueza] width=[400] mode=[cursor] sticky=[0] display=[block]}Indicadores do IPRS Indicador sintético de riqueza Ano: 2006 Definição: Combinação linear de quatro variáveis, sendo expresso em uma escala de 0 a 100, na qual o 100 representa a melhor situação e zero, a pior. Fonte: Fundaçao Seade. Índice Paulista de Responsabilidade Social - IPRS. Indicador de riqueza: registros administrativos fornecidos anualmente pelas Secretarias de Estado dos Negócios da Fazenda e da Energia do Estado de São Paulo e do Ministério do Trabalho e Emprego.{/yootooltip} |
2006 | 51 | 55 | 61 | 56 | 65 |
| Peruíbe | {yootooltip title=[Índice Paulista de Responsabilidade Social - IPRS] width=[400] mode=[cursor] sticky=[0] display=[block]}Índice paulista de responsabilidade social - IPRS Ano: 2006 Definição: Os indicadores do IPRS sintetizam a situação de cada município no que diz respeito a riqueza, escolaridade e longevidade e, quando combinados, geram uma tipologia que classifica os municípios do Estado de São Paulo em cinco grupos: Grupo 1 - Municípios que se caracterizam por um nível elevado de riqueza com bons níveis nos indicadores sociais Grupo 2 - Municípios que, embora com níveis de riqueza elevados, não são capazes de atingir bons indicadores sociais Grupo 3 - Municípios com nível de riqueza baixo, mas com bons indicadores sociais Grupo 4 - Municípios que apresentam baixos níveis de riqueza e níveis intermediários de longevidade e/ou escolaridade Grupo 5 - Municípios mais desfavorecidos do Estado, tanto em riqueza como nos outros indicadores A metodologia completa pode ser encontrada em: http://www.seade.gov.br/produtos/iprs/pdf/metodologia.pdf. Fonte: Fundação Seade.{/yootooltip} |
2006 | Grupo 2 | NA | NA | NA | NA |
| Peruíbe | {yootooltip title=[Índice Paulista de Vulnerabilidade Social - IPVS Grupo 1 - Nenhuma Vulnerabilidade (% da população exposta)] width=[400] mode=[cursor] sticky=[0] display=[block]}"Índice Paulista de Vulnerabilidade Social - IPVS Definição: O Índice Paulista de Vulnerabilidade Social (IPVS) permite identificar nos municípios do Estado de São Paulo, particularmente naqueles de maior porte, áreas em que predominam famílias expostas a diferentes níveis de vulnerabilidade social.O IPVS baseou-se em dois pressupostos: que as múltiplas dimensões da pobreza devem ser consideradas em um estudo sobre vulnerabilidade social; e que a segregação espacial é um fenômeno presente nos centros urbanos paulistas e contribui decisivamente para a permanência dos padrões de desigualdade social que os caracterizam. Assim, buscou-se a criação de uma tipologia de situações de vulnerabilidade, agregando-se, aos indicadores de renda, outros referentes à escolaridade e ao ciclo de vida familiar. A metodologia completa pode ser encontrada em:http://www.al.sp.gov.br/index_ipvs.htm Fonte dos Dados As informações utilizadas são provenientes do Censo Demográfico 2000 - Universo, detalhadas por setor censitário, única fonte de dados existente em escala intra-urbana para o Estado de São Paulo. "{/yootooltip} |
2000 | 0,00 | 6,86 | 9,72 | 8,78 | 4,15 |
| Peruíbe | {yootooltip title=[Índice Paulista de Vulnerabilidade Social - IPVS Grupo 2 - Vulnerabilidade Muito Baixa (% da população exposta)] width=[400] mode=[cursor] sticky=[0] display=[block]}Índice Paulista de Vulnerabilidade Social - IPVS Definição: O Índice Paulista de Vulnerabilidade Social (IPVS) permite identificar nos municípios do Estado de São Paulo, particularmente naqueles de maior porte, áreas em que predominam famílias expostas a diferentes níveis de vulnerabilidade social.O IPVS baseou-se em dois pressupostos: que as múltiplas dimensões da pobreza devem ser consideradas em um estudo sobre vulnerabilidade social; e que a segregação espacial é um fenômeno presente nos centros urbanos paulistas e contribui decisivamente para a permanência dos padrões de desigualdade social que os caracterizam. Assim, buscou-se a criação de uma tipologia de situações de vulnerabilidade, agregando-se, aos indicadores de renda, outros referentes à escolaridade e ao ciclo de vida familiar. A metodologia completa pode ser encontrada em:http://www.al.sp.gov.br/index_ipvs.htm Fonte dos Dados As informações utilizadas são provenientes do Censo Demográfico 2000 - Universo, detalhadas por setor censitário, única fonte de dados existente em escala intra-urbana para o Estado de São Paulo.{/yootooltip} |
2000 | 24,43 | 23,30 | 22,23 | 24,62 | 35,38 |
| Peruíbe | {yootooltip title=[Índice Paulista de Vulnerabilidade Social - IPVS Grupo 3 - Vulnerabilidade Baixa (% da população exposta)] width=[400] mode=[cursor] sticky=[0] display=[block]}Índice Paulista de Vulnerabilidade Social - IPVS Definição: O Índice Paulista de Vulnerabilidade Social (IPVS) permite identificar nos municípios do Estado de São Paulo, particularmente naqueles de maior porte, áreas em que predominam famílias expostas a diferentes níveis de vulnerabilidade social.O IPVS baseou-se em dois pressupostos: que as múltiplas dimensões da pobreza devem ser consideradas em um estudo sobre vulnerabilidade social; e que a segregação espacial é um fenômeno presente nos centros urbanos paulistas e contribui decisivamente para a permanência dos padrões de desigualdade social que os caracterizam. Assim, buscou-se a criação de uma tipologia de situações de vulnerabilidade, agregando-se, aos indicadores de renda, outros referentes à escolaridade e ao ciclo de vida familiar. A metodologia completa pode ser encontrada em:http://www.al.sp.gov.br/index_ipvs.htm Fonte dos Dados As informações utilizadas são provenientes do Censo Demográfico 2000 - Universo, detalhadas por setor censitário, única fonte de dados existente em escala intra-urbana para o Estado de São Paulo.{/yootooltip} |
2000 | 14,47 | 22,17 | 24,45 | 29,21 | 18,39 |
| Peruíbe | {yootooltip title=[Índice Paulista de Vulnerabilidade Social - IPVS Grupo 4 - Média Vulnerabilidade (% da população exposta)] width=[400] mode=[cursor] sticky=[0] display=[block]}Índice Paulista de Vulnerabilidade Social - IPVS Definição: O Índice Paulista de Vulnerabilidade Social (IPVS) permite identificar nos municípios do Estado de São Paulo, particularmente naqueles de maior porte, áreas em que predominam famílias expostas a diferentes níveis de vulnerabilidade social.O IPVS baseou-se em dois pressupostos: que as múltiplas dimensões da pobreza devem ser consideradas em um estudo sobre vulnerabilidade social; e que a segregação espacial é um fenômeno presente nos centros urbanos paulistas e contribui decisivamente para a permanência dos padrões de desigualdade social que os caracterizam. Assim, buscou-se a criação de uma tipologia de situações de vulnerabilidade, agregando-se, aos indicadores de renda, outros referentes à escolaridade e ao ciclo de vida familiar. A metodologia completa pode ser encontrada em:http://www.al.sp.gov.br/index_ipvs.htm Fonte dos Dados As informações utilizadas são provenientes do Censo Demográfico 2000 - Universo, detalhadas por setor censitário, única fonte de dados existente em escala intra-urbana para o Estado de São Paulo.{/yootooltip} |
2000 | 3,85 | 20,25 | 27,62 | 19,86 | 12,28 |
| Peruíbe | {yootooltip title=[Índice Paulista de Vulnerabilidade Social - IPVS Grupo 5 - Vulnerabilidade Alta (% da população exposta)] width=[400] mode=[cursor] sticky=[0] display=[block]}Índice Paulista de Vulnerabilidade Social - IPVS Definição: O Índice Paulista de Vulnerabilidade Social (IPVS) permite identificar nos municípios do Estado de São Paulo, particularmente naqueles de maior porte, áreas em que predominam famílias expostas a diferentes níveis de vulnerabilidade social.O IPVS baseou-se em dois pressupostos: que as múltiplas dimensões da pobreza devem ser consideradas em um estudo sobre vulnerabilidade social; e que a segregação espacial é um fenômeno presente nos centros urbanos paulistas e contribui decisivamente para a permanência dos padrões de desigualdade social que os caracterizam. Assim, buscou-se a criação de uma tipologia de situações de vulnerabilidade, agregando-se, aos indicadores de renda, outros referentes à escolaridade e ao ciclo de vida familiar. A metodologia completa pode ser encontrada em:http://www.al.sp.gov.br/index_ipvs.htm Fonte dos Dados As informações utilizadas são provenientes do Censo Demográfico 2000 - Universo, detalhadas por setor censitário, única fonte de dados existente em escala intra-urbana para o Estado de São Paulo.{/yootooltip} |
2000 | 33,50 | 17,57 | 4,44 | 9,56 | 14,92 |
| Peruíbe | {yootooltip title=[Índice Paulista de Vulnerabilidade Social - IPVS Grupo 6 - Vulnerabilidade Muito Alta (% da população exposta)] width=[400] mode=[cursor] sticky=[0] display=[block]}Índice Paulista de Vulnerabilidade Social - IPVS Definição: O Índice Paulista de Vulnerabilidade Social (IPVS) permite identificar nos municípios do Estado de São Paulo, particularmente naqueles de maior porte, áreas em que predominam famílias expostas a diferentes níveis de vulnerabilidade social.O IPVS baseou-se em dois pressupostos: que as múltiplas dimensões da pobreza devem ser consideradas em um estudo sobre vulnerabilidade social; e que a segregação espacial é um fenômeno presente nos centros urbanos paulistas e contribui decisivamente para a permanência dos padrões de desigualdade social que os caracterizam. Assim, buscou-se a criação de uma tipologia de situações de vulnerabilidade, agregando-se, aos indicadores de renda, outros referentes à escolaridade e ao ciclo de vida familiar. A metodologia completa pode ser encontrada em:http://www.al.sp.gov.br/index_ipvs.htm Fonte dos Dados As informações utilizadas são provenientes do Censo Demográfico 2000 - Universo, detalhadas por setor censitário, única fonte de dados existente em escala intra-urbana para o Estado de São Paulo.{/yootooltip} |
2000 | 23,72 | 9,82 | 11,51 | 7,92 | 14,85 |
Coloque o cursor sobre o nome do indicador para ver sua definição
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Município
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Indicador
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Ano
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Valor
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Estado de São Paulo
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R.M. São Paulo
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R.M. Campinas
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R.M. Baixada Santista
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| Peruíbe | {yootooltip title=[Produto Interno Bruto - PIB (em milhões de Reais)] width=[400] mode=[cursor] sticky=[0] display=[block]}Produto interno bruto - PIB (em milhões de reais correntes) Ano: 2005 Definição: Total dos bens e serviços produzidos pelas unidades produtoras, ou seja, a soma dos valores adicionados acrescida dos impostos. Fonte: Fundação Seade. Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística – IBGE. Estado de São Paulo: R$ 727.052,82 milhões Região Metropolitana da Baixada Santista: R$ 21.907,16 milhões Região Metropolitana de Campinas; R$ 58.064,45 milhões Região Metropolitana de São Paulo; R$ 416.501,24 milhões{/yootooltip} |
2005 | 410,13 | 727.052,82 | 416.501,24 | 58.064,45 | 21.907,16 |
| Peruíbe | {yootooltip title=[Produto Interno Bruto - PIB per capita (em Reais)] width=[400] mode=[cursor] sticky=[0] display=[block]}PIB per capita Ano: 2005 Definição: Total dos bens e serviços produzidos pelas unidades produtoras, ou seja, a soma dos valores adicionados acrescida dos impostos, dividido pela população da respectiva agregação geográfica. Fonte: Fundação Seade. Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística – IBGE. Estado de São Paulo: R$ 17.977,31 por habitante Região Metropolitana da Baixada Santista R$ 13.377,89 por habitante Região Metropolitana de Campinas R$ 22.044,73 por habitante Região Metropolitana de São Paulo R$ 21.465,29 por habitante{/yootooltip} |
2005 | 6.494,28 | 17.977,31 | 21.465,29 | 22.044,73 | 13.377,89 |
| Peruíbe | {yootooltip title=[Participação no PIB do Estado] width=[400] mode=[cursor] sticky=[0] display=[block]}Participação no PIB do Estado (em %) Ano: 2005 Definição: Percentual com que a agregação geográfica participa no PIB do Estado. PIB é o total dos bens e serviços produzidos pelas unidades produtivas, ou seja, a soma dos valores adicionados acrescida dos impostos. Fonte: Fundação Seade. Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística – IBGE. Estado de São Paulo: 100,00% Região Metropolitana da Baixada Santista: 3,013146% Região Metropolitana de Campinas: 7,986277% Região Metropolitana de São Paulo: 57,286242%{/yootooltip} |
2005 | 0,056410 | 100 | 57,286242 | 7,986277 | 3,013146 |
| Peruíbe | {yootooltip title=[Participação dos setores no Valor Adicionado (%) - Administração Pública] width=[400] mode=[cursor] sticky=[0] display=[block]}Participação dos setores econômicos no total do valor adicionado Ano: 2005 Definição: Percentual do valor adicionado do setor administração pública no total do valor adicionado da agregação geográfica. Valor adicionado é o valor que a atividade de cada um desses setores agrega aos bens e serviços consumidos no seu processo produtivo. Fonte: Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística – IBGE. Fundação Seade. Nota: Série revisada conforme novos procedimentos metodológicos adotados pelo IBGE, a partir de 2007.{/yootooltip} |
2005 | 22,51 | 8,47 | 7,18 | 8,28 | 12,89 |
| Peruíbe | {yootooltip title=[Participação dos setores no Valor Adicionado (%) - Agropecuária] width=[400] mode=[cursor] sticky=[0] display=[block]}Participação dos setores econômicos no total do valor adicionado Ano: 2005 Definição: Percentual do valor adicionado do setor agropecuária no total do valor adicionado da agregação geográfica. Valor adicionado é o valor que a atividade de cada um desses setores agrega aos bens e serviços consumidos no seu processo produtivo. Fonte: Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística – IBGE. Fundação Seade. Nota: Série revisada conforme novos procedimentos metodológicos adotados pelo IBGE, a partir de 2007.{/yootooltip} |
2005 | 2,70 | 1,84 | 0,06 | 0,57 | 0,30 |
| Peruíbe | {yootooltip title=[Participação dos setores no Valor Adicionado (%) - Indústria] width=[400] mode=[cursor] sticky=[0] display=[block]}Participação dos setores econômicos no total do valor adicionado Ano: 2005 Definição: Percentual do valor adicionado do setor indústria no total do valor adicionado da agregação geográfica. Valor adicionado é o valor que a atividade de cada um desses setores agrega aos bens e serviços consumidos no seu processo produtivo. Fonte: Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística – IBGE. Fundação Seade. Nota: Série revisada conforme novos procedimentos metodológicos adotados pelo IBGE, a partir de 2007.{/yootooltip} |
2005 | 14,17 | 31,70 | 28,31 | 39,99 | 31,01 |
| Peruíbe | {yootooltip title=[Participação dos setores no Valor Adicionado (%) - Serviços] width=[400] mode=[cursor] sticky=[0] display=[block]}Participação dos setores econômicos no total do valor adicionado Ano: 2005 Definição: Percentual do valor adicionado do setor serviços no total do valor adicionado da agregação geográfica. Valor adicionado é o valor que a atividade de cada um desses setores agrega aos bens e serviços consumidos no seu processo produtivo. Fonte: Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística – IBGE. Fundação Seade. Nota: Série revisada conforme novos procedimentos metodológicos adotados pelo IBGE, a partir de 2007.{/yootooltip} |
2005 | 83,14 | 66,46 | 71,63 | 59,44 | 68,69 |
| Peruíbe | {yootooltip title=[Vínculos empregatícios - Agropecuária (%)] width=[400] mode=[cursor] sticky=[0] display=[block]}Percentual de vínculos empregatícios na agropecuária Ano: 2006 Definição: Número de vínculos empregatícios na agropecuária. Refere-se, em uma determinada data, ao total de vínculos empregatícios remunerados, efetivamente ocupados por trabalhadores com carteira de trabalho assinada (regime da Consolidação das Leis do Trabalho – CLT), estatutários (funcionários públicos) e trabalhadores avulsos, temporários e outros, desde que formalmente contratados, informados pelos estabelecimentos quando da elaboração da Relação Anual de Informações Sociais – Rais, do Ministério do Trabalho. Fonte: Fundação Seade. Ministério do Trabalho e Emprego – MTE. Relação Anual de Informações Sociais – Rais. Estado de São Paulo: 3,46% Região Metropolitana da Baixada Santista: 0,51% Região Metropolitana de Campinas: 1,65% Região Metropolitana de São Paulo: 0,20%{/yootooltip} |
2006 | 1,59 | 3,46 | 0,20 | 1,65 | 0,51 |
| Peruíbe | {yootooltip title=[Vínculos empregatícios - Comércio (%)] width=[400] mode=[cursor] sticky=[0] display=[block]}Percentual de vínculos empregatícios no comércio Ano: 2006 Definição: Número de vínculos empregatícios no comércio. Refere-se, em uma determinada data, ao total de vínculos empregatícios remunerados, efetivamente ocupados por trabalhadores com carteira de trabalho assinada (regime da Consolidação das Leis do Trabalho – CLT), estatutários (funcionários públicos) e trabalhadores avulsos, temporários e outros, desde que formalmente contratados, informados pelos estabelecimentos quando da elaboração da Relação Anual de Informações Sociais – Rais, do Ministério do Trabalho. Fonte: Fundação Seade. Ministério do Trabalho e Emprego – MTE. Relação Anual de Informações Sociais – Rais. Estado de São Paulo: 18,62% Região Metropolitana da Baixada Santista: 21,32% Região Metropolitana de Campinas: 20,44% Região Metropolitana de São Paulo: 17,36%{/yootooltip} |
2006 | 36,68 | 18,62 | 17,36 | 20,44 | 21,32 |
| Peruíbe | {yootooltip title=[Vínculos empregatícios - Construção Civil (%)] width=[400] mode=[cursor] sticky=[0] display=[block]}Percentual de vínculos empregatícios na construção civil Ano: 2006 Definição: Número de vínculos empregatícios na construção civil. Refere-se, em uma determinada data, ao total de vínculos empregatícios remunerados, efetivamente ocupados por trabalhadores com carteira de trabalho assinada (regime da Consolidação das Leis do Trabalho – CLT), estatutários (funcionários públicos) e trabalhadores avulsos, temporários e outros, desde que formalmente contratados, informados pelos estabelecimentos quando da elaboração da Relação Anual de Informações Sociais – Rais, do Ministério do Trabalho. Fonte: Fundação Seade. Ministério do Trabalho e Emprego – MTE. Relação Anual de Informações Sociais – Rais. Estado de São Paulo: 3,49% Região Metropolitana da Baixada Santista: 5,42% Região Metropolitana de Campinas: 2,70% Região Metropolitana de São Paulo; 3,81%{/yootooltip} |
2006 | 7,01 | 3,49 | 3,81 | 2,70 | 5,42 |
| Peruíbe | {yootooltip title=[Vínculos empregatícios - Indústria (%)] width=[400] mode=[cursor] sticky=[0] display=[block]}Percentual de vínculos empregatícios na indústria Ano: 2006 Definição: Número de vínculos empregatícios na indústria. Refere-se, em uma determinada data, ao total de vínculos empregatícios remunerados, efetivamente ocupados por trabalhadores com carteira de trabalho assinada (regime da Consolidação das Leis do Trabalho – CLT), estatutários (funcionários públicos) e trabalhadores avulsos, temporários e outros, desde que formalmente contratados, informados pelos estabelecimentos quando da elaboração da Relação Anual de Informações Sociais – Rais, do Ministério do Trabalho. Fonte: Fundação Seade. Ministério do Trabalho e Emprego – MTE. Relação Anual de Informações Sociais – Rais. Estado de São Paulo: 23,97% Região Metropolitana da Baixada Santista: 9,47% Região Metropolitana de Campinas: 33,19% Região Metropolitana de São Paulo: 19,90%{/yootooltip} |
2006 | 2,59 | 23,97 | 19,90 | 33,19 | 9,47 |
| Peruíbe | {yootooltip title=[Vínculos empregatícios - Serviços (%)] width=[400] mode=[cursor] sticky=[0] display=[block]}Percentual de vínculos empregatícios nos serviços Ano: 2006 Definição: Número de vínculos empregatícios nos serviços. Refere-se, em uma determinada data, ao total de vínculos empregatícios remunerados, efetivamente ocupados por trabalhadores com carteira de trabalho assinada (regime da Consolidação das Leis do Trabalho – CLT), estatutários (funcionários públicos) e trabalhadores avulsos, temporários e outros, desde que formalmente contratados, informados pelos estabelecimentos quando da elaboração da Relação Anual de Informações Sociais – Rais, do Ministério do Trabalho. Fonte: Fundação Seade. Ministério do Trabalho e Emprego – MTE. Relação Anual de Informações Sociais – Rais. Estado de São Paulo: 50,46% Região Metropolitana da Baixada Santista: 63,28% Região Metropolitana de Campinas: 42,03% Região Metropolitana de São Paulo: 58,73%{/yootooltip} |
2006 | 52,13 | 50,46 | 58,73 | 42,03 | 63,28 |
| Peruíbe | {yootooltip title=[Exportações (US$ FOB)] width=[400] mode=[cursor] sticky=[0] display=[block]}Valor das Exportações Definição: Valor correspondente às mercadorias embarcadas para o exterior, sem retorno previsto. Fonte: Ministério do Desenvolvimento, Indústria e Comércio Exterior. Fundação Seade. Nota: Dados preliminares. O método de apuração das informações de exportação e importação por município segue o critério de domicílio fiscal do exportador/importador. A contabilização se dá, portanto, no município em que se localiza a empresa que realizou a exportação ou importação, independentemente de onde foi produzida (no caso das exportações) ou para onde foi destinada (no caso das importações) a mercadoria. Exemplo: a exportação de componentes automotivos, produzidos no município A, informada pelo exportador sediado no município B é contabilizada neste último. {/yootooltip} |
2007 | 28.250 | 56.211.488.768 | 19.168.858.112 | 5.884.079.616 | 4.082.761.728 |
| Peruíbe | {yootooltip title=[Importações (US$ FOB)] width=[400] mode=[cursor] sticky=[0] display=[block]}Valor das Importações Definição: Valor correspondente às mercadorias provenientes do exterior, sem retorno previsto. Fonte: Ministério do Desenvolvimento, Indústria e Comércio Exterior. Fundação Seade.{/yootooltip} |
2007 | 712.354 | 48.469.000.192 | 19.503.822.848 | 8.570.604.544 | 1.832.061.056 |
| Peruíbe | {yootooltip title=[Participação nas Exportações do Estado (%)] width=[400] mode=[cursor] sticky=[0] display=[block]}Participação nas Exportações do Estado Definição: Valor das exportações da agregação geográfica em relação ao valor total das exportações do Estado. Fonte: Ministério do Desenvolvimento, Indústria e Comércio Exterior. Fundação Seade.{/yootooltip} |
2007 | 0,00005 | 100 | 34,10132 | 10,46775 | 7,26322 |
Coloque o cursor sobre o nome do indicador para ver sua definição
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Município
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Indicador
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Ano
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Valor
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Estado de São Paulo
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R.M. São Paulo
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R.M. Campinas
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R.M. Baixada Santista
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| Peruíbe | {yootooltip title=[Linhas e serviços EMTU] width=[400] mode=[cursor] sticky=[0] display=[block]}Linhas e serviços de ônibus regulares da EMTU/SP por município Ano: 2007 Definição: Número de linhas de ônibus regulares intermunicipais metropolitanas que passam pelo município. Fonte: EMTU/SP. Total do Estado: 839 linhas regulares Região Metropolitana da Baixada Santista: 59 linhas regulares Região Metropolitana de Campinas: 176 linhas regulares Região Metropolitana de São Paulo: 604 linhas regulares{/yootooltip} |
2008 | 5 | 839 | 604 | 176 | 59 |
| Peruíbe | {yootooltip title=[Sivim - total do viário (km)] width=[400] mode=[cursor] sticky=[0] display=[block]}Extensão total do viário metropolitano secundário, viário metropolitano e viário macrometropolitano Ano: 2006 Definição: Viário metropolitano secundário: corredores de transporte municipal de média capacidade articulados com os corredores metropolitanos. Viário metropolitano: vias de trânsito preferencialmente intrametropolitano, compartilhado, em trechos urbanizados. Utilizado em viagens intermunicipais de média distância e em deslocamentos locais. Viário macrometropolitano: vias de padrão rodoviário, segregadas do tráfego local, podendo apresentar trechos em áreas urbanizadas, permitindo acessos restritos ou controlados. Utilizado em viagens de média e longa distância. Fonte: EMTU/SP - Sistema viário de interesse metropolitano - Sivim. Total do Estado: 4.434,21 km Região Metropolitana da Baixada Santista: 457,34 km Região Metropolitana de Campinas: 1.166.67 km Região Metropolitana de São Paulo: 2.810,20 km{/yootooltip} |
2006 | 30,68 | 4.434,21 | 2.810,20 | 1.166,67 | 457,34 |
| Peruíbe | {yootooltip title=[Sivim - viário macrometropolitano (km)] width=[400] mode=[cursor] sticky=[0] display=[block]}Extensão do viário macrometropolitano Ano: 2006 Definição: Vias de padrão rodoviário, segregadas do tráfego local, podendo apresentar trechos em áreas urbanizadas, permitindo acessos restritos ou controlados. Utilizado em viagens de média e longa distância. Fonte: EMTU/SP - Sistema viário de interesse metropolitano - Sivim. Estado de São Paulo: 1.233,62 km Região Metropolitana da Baixada Santista: 193,28 km Região Metropolitana de Campinas: 385,32 km Região Metropolitana de São Paulo; 655,02 km{/yootooltip} |
2006 | 12,52 | 1.233,62 | 655,02 | 385,32 | 193,28 |
| Peruíbe | {yootooltip title=[Sivim - viário metropolitano (km)] width=[400] mode=[cursor] sticky=[0] display=[block]}Extensão do viário metropolitano Ano: 2006 Definição: Vias de trânsito preferencialmente intrametropolitano, compartilhado, em trechos urbanizados. Utilizado em viagens intermunicipais de média distância e em deslocamentos locais. Fonte: EMTU/SP - Sistema viário de interesse metropolitano - Sivim. Estado de São Paulo: 1.050,48 km Região Metropolitana da Baixada Santista: 56,83 km Região Metropolitana de Campinas: 204,23 km Região Metropolitana de São Paulo; 789,42 km{/yootooltip} |
2006 | 0,00 | 1.050,48 | 789,42 | 204,23 | 56,83 |
| Peruíbe | {yootooltip title=[Sivim - viário metropolitano secundário (km)] width=[400] mode=[cursor] sticky=[0] display=[block]}Extensão do viário metropolitano secundário Ano: 2006 Definição: Corredores de transporte municipal de média capacidade articulados com os corredores metropolitanos. Fonte: EMTU/SP - Sistema viário de interesse metropolitano - Sivim. Estado de São Paulo: 2.150,11 km Região Metropolitana da Baixada Santista: 207,23 km Região Metropolitana de Campinas: 577,12 km Região Metropolitana de São Paulo; 1.365,76 km{/yootooltip} |
2006 | 18,16 | 2.150,11 | 1.365,76 | 577,12 | 207,23 |
| Peruíbe | {yootooltip title=[Frota - Automóveis] width=[400] mode=[cursor] sticky=[0] display=[block]}Frota de automóveis Ano: 2007 Definição: Número de automóveis que constam do Sistema Nacional de Estatística de Trânsito. Fonte: Departamento Nacional de Trânsito – Denatran. Sistema Nacional de Registro de Veículos – Renavam; Sistema Nacional de Estatística de Trânsito – Sinet. Ministério das Cidades. Estado de São Paulo: 11.014.103 veículos Região Metropolitana da Baixada Santista: 270.107 veículos Região Metropolitana de Campinas: 873.910 veículos Região Metropolitana de São Paulo: 5.842.967 veículos{/yootooltip} |
2007 | 8.188 | 11.014.103 | 5.842.967 | 873.910 | 270.107 |
| Peruíbe | {yootooltip title=[Frota - Caminhões] width=[400] mode=[cursor] sticky=[0] display=[block]}Frota de caminhões Ano: 2007 Definição: Número de caminhões que constam do Sistema Nacional de Estatística de Trânsito. Entende-se por caminhão qualquer veículo com quatro ou mais rodas para transporte de carga. Fonte: Departamento Nacional de Trânsito – Denatran. Sistema Nacional de Registro de Veículos – Renavam; Sistema Nacional de Estatística de Trânsito – Sinet. Ministério das Cidades. Estado de São Paulo: 591.757 veículos Região Metropolitana da Baixada Santista: 17.182 veículos Região Metropolitana de Campinas: 41.412 veículos Região Metropolitana de São Paulo: 241.530 veículos{/yootooltip} |
2007 | 480 | 591.757 | 241.530 | 41.412 | 17.182 |
| Peruíbe | {yootooltip title=[Frota - Microônibus e Camionetas] width=[400] mode=[cursor] sticky=[0] display=[block]}Frota de microônibus e camionetas Ano: 2007 Definição: Número de microônibus e camionetas que constam do Sistema Nacional de Estatística de Trânsito. Entende-se microônibus como veículo de transporte coletivo, maior que a lotação e menor que o ônibus. Por camioneta, entende-se veículo de passageiros e pequena carga, de quatro a seis rodas. Incluem-se nessa categoria as peruas, vans e utilitários de carroceria. Fonte: Departamento Nacional de Trânsito – Denatran. Sistema Nacional de Registro de Veículos – Renavam; Sistema Nacional de Estatística de Trânsito – Sinet. Ministério das Cidades. Estado de São Paulo: 1.587.202 veículos Região Metropolitana da Baixada Santista: 35.717 veículos Região Metropolitana de Campinas: 121.135 veículos Região Metropolitana de São Paulo: 794.128 veículos{/yootooltip} |
2007 | 1.295 | 1.587.202 | 794.128 | 121.135 | 35.717 |
| Peruíbe | {yootooltip title=[Frota - Motocicletas e Assemelhados] width=[400] mode=[cursor] sticky=[0] display=[block]}Frota de motocicletas e assemelhados Ano: 2007 Definição: Número de motocicletas que constam do Sistema Nacional de Estatística de Trânsito. Inclui motonetas, bicicletas motorizadas, triciclos e quadriciclos. Fonte: Departamento Nacional de Trânsito – Denatran. Sistema Nacional de Registro de Veículos – Renavam; Sistema Nacional de Estatística de Trânsito – Sinet. Ministério das Cidades. Estado de São Paulo: 2.857.512 veículos Região Metropolitana da Baixada Santista: 143.869 veículos Região Metropolitana de Campinas: 236.920 veículos Região Metropolitana de São Paulo: 942.988 veículos{/yootooltip} |
2007 | 3.779 | 2.857.512 | 942.988 | 236.920 | 143.869 |
| Peruíbe | {yootooltip title=[Frota - Ônibus] width=[400] mode=[cursor] sticky=[0] display=[block]}Frota de ônibus Ano: 2007 Definição: Número de ônibus que constam do Sistema Nacional de Estatística de Trânsito. Entende-se por ônibus qualquer veículo com capacidade para grande número de passageiros. Fonte: Departamento Nacional de Trânsito – Denatran. Sistema Nacional de Registro de Veículos – Renavam; Sistema Nacional de Estatística de Trânsito – Sinet. Ministério das Cidades. Estado de São Paulo: 109.745 veículos Região Metropolitana da Baixada Santista: 2.489 veículos Região Metropolitana de Campinas: 8.177 veículos Região Metropolitana de São Paulo: 54.483 veículos{/yootooltip} |
2007 | 67 | 109.745 | 54.483 | 8.177 | 2.489 |
| Peruíbe | {yootooltip title=[Frota - Outros veículos] width=[400] mode=[cursor] sticky=[0] display=[block]}Frota de veículos de outros tipos Definição: Frota de veículos de outro tipo que constam do Sistema Nacional de Estatística de Trânsito. Incluem-se nessa categoria máquinas agrícolas (tratores de rodas, esteiras e misto), bondes, side-cars etc. (exceto motocicletas e assemelhados, microônibus e camioneta, automóvel, ônibus, caminhão e reboque) . Fonte: Departamento Nacional de Trânsito – Denatran. Sistema Nacional de Registro de Veículos – Renavam; Sistema Nacional de Estatística de Trânsito – Sinet. Ministério das Cidades.{/yootooltip} |
2007 | 237 | 304.383 | 108.282 | 19.449 | 14.062 |
| Peruíbe | {yootooltip title=[Frota - Total de Veículos] width=[400] mode=[cursor] sticky=[0] display=[block]}Frota total de veículos Ano: 2007 Definição: Frota total de veículos que constam do Sistema Nacional de Estatística de Trânsito. Inclui veículos leves (automóveis, motocicletas, microônibus etc.), ônibus, caminhões, tratores e outros veículos motorizados ou não. Fonte: Departamento Nacional de Trânsito – Denatran. Sistema Nacional de Registro de Veículos – Renavam; Sistema Nacional de Estatística de Trânsito – Sinet. Ministério das Cidades. Estado de São Paulo: 16.464.702 veículos Região Metropolitana da Baixada Santista: 483.426 veículos Região Metropolitana de Campinas: 1.301.003 veículos Região Metropolitana de São Paulo:7.984.378 veículos{/yootooltip} |
2007 | 14.046 | 16.464.702 | 7.984.378 | 1.301.003 | 483.426 |
| Peruíbe | {yootooltip title=[Taxa de motorização (veículos por mil habitantes) - Automóveis] width=[400] mode=[cursor] sticky=[0] display=[block]}Taxa de motorização: automóveis Ano: 2007 Definição: Número de automóveis para cada 1.000 habitantes (número de automóveis / população no período x 1.000). Fonte: Departamento Nacional de Trânsito – Denatran. Sistema Nacional de Registro de Veículos – Renavam; Sistema Nacional de Estatística de Trânsito – Sinet. Ministério das Cidades. Estado de São Paulo: 268,44 Região Metropolitana da Baixada Santista: 160,47 Região Metropolitana de Campinas: 327,97 Região Metropolitana de São Paulo: 298,32{/yootooltip} |
2007 | 124,10 | 268,44 | 298,32 | 327,97 | 160,47 |
| Peruíbe | {yootooltip title=[Taxa de motorização (veículos por mil habitantes) - Microônibus e Camionetas] width=[400] mode=[cursor] sticky=[0] display=[block]}Taxa de motorização: microônibus e camionetas Ano: 2007 Definição: Número de microônibus e camionetas para cada 1.000 habitantes (número de microônibus e camionetas / população no período x 1.000). Fonte: Departamento Nacional de Trânsito – Denatran. Sistema Nacional de Registro de Veículos – Renavam; Sistema Nacional de Estatística de Trânsito – Sinet. Ministério das Cidades. Estado de São Paulo: 38,68 Região Metropolitana da Baixada Santista: 21,22 Região Metropolitana de Campinas: 45,46 Região Metropolitana de São Paulo: 40,55{/yootooltip} |
2007 | 19,63 | 38,68 | 40,55 | 45,46 | 21,22 |
| Peruíbe | {yootooltip title=[Taxa de motorização (veículos por mil habitantes) - Motocicletas e Assemelhados] width=[400] mode=[cursor] sticky=[0] display=[block]}Taxa de motorização: motocicletas e assemelhados Ano: 2007 Definição: Número de motocicletas e assemelhados para cada 1.000 habitantes (número de motocicletas e assemelhados / população no período x 1.000). Fonte: Departamento Nacional de Trânsito – Denatran. Sistema Nacional de Registro de Veículos – Renavam; Sistema Nacional de Estatística de Trânsito – Sinet. Ministério das Cidades. Estado de São Paulo: 69,65 veículos por mil hab. Região Metropolitana da Baixada Santista: 85,47 veículos por mil hab. Região Metropolitana de Campinas: 88,91 veículos por mil hab. Região Metropolitana de São Paulo: 48,15 veículos por mil hab.{/yootooltip} |
2007 | 57,27 | 69,65 | 48,15 | 88,91 | 85,47 |
| Peruíbe | {yootooltip title=[Taxa de motorização (veículos por mil habitantes) - Ônibus] width=[400] mode=[cursor] sticky=[0] display=[block]}Taxa de motorização: ônibus Ano: 2007 Definição: Número de ônibus para cada 1.000 habitantes (número de ônibus / população no período x 1.000). Fonte: Departamento Nacional de Trânsito – Denatran. Sistema Nacional de Registro de Veículos – Renavam; Sistema Nacional de Estatística de Trânsito – Sinet. Ministério das Cidades. Estado de São Paulo: 2,67 veículos por mil hab. Região Metropolitana da Baixada Santista: 1,48 veículos por mil hab. Região Metropolitana de Campinas: 3,07 veículos por mil hab. Região Metropolitana de São Paulo: 2,78 veículos por mil hab.{/yootooltip} |
2007 | 1,02 | 2,67 | 2,78 | 3,07 | 1,48 |
| Peruíbe | {yootooltip title=[Taxa de motorização (veículos por mil habitantes) - Total de Veículos] width=[400] mode=[cursor] sticky=[0] display=[block]}Taxa de motorização: total de veículos Ano: 2007 Definição: Total de veículos do município para cada 1.000 habitantes (número total de veículos / população no período x 1.000). Somatória de todos os automóveis, caminhões, ônibus, microônibus e camionetas, motocicletas e assemelhados e outros veículos. Fonte: Departamento Nacional de Trânsito – Denatran. Sistema Nacional de Registro de Veículos – Renavam; Sistema Nacional de Estatística de Trânsito – Sinet. Ministério das Cidades. Estado de São Paulo: 401,29 veículos por mil hab. Região Metropolitana da Baixada Santista: 287,20 veículos por mil hab. Região Metropolitana de Campinas: 488,25 veículos por mil hab. Região Metropolitana de São Paulo: 407,65 veículos por mil hab.{/yootooltip} |
2007 | 212,88 | 401,29 | 407,65 | 488,25 | 287,20 |
| Endereço da Prefeitura: | R. Nilo Soares Ferreira, 50 |
| CEP | 11750-000 |
| Telefone | (13) 3451-1014 |
| Fax | (13) 3451-1034 |
| Email: | O endereço de e-mail address está sendo protegido de spambots. Você precisa ativar o JavaScript enabled para vê-lo. |
| URL: | http://www.peruibe.sp.gov.br |
| Endereço da Câmara municipal: | R. Nilo Soares Ferreira, 37 - Centro |
| CEP | 11750-000 |
| Telefone | (13) 3451-3000 |
| Fax | (13) 3455-4126 |
| O endereço de e-mail address está sendo protegido de spambots. Você precisa ativar o JavaScript enabled para vê-lo. | |
| URL | http://www.camaraperuibe.sp.gov.br/ |



