Portuguese English French German Italian Russian Spanish

Cajamar

 

  • Sub-região: Norte
  • Área: 135 km²
  • População: 65.050 habitantes
  • Localização geográfica: latitude 23º21'22" (S) - longitude 46º52'37" (W)
  • Distância da capital: 42 km
  • Principais atividades econômicas: extração de madeira e pedra, indústrias e mineração
  • Santo padroeiro: São Sebastião
  • Quem nasce na cidade é cajamarense
  • Data de criação do município: 18/02/1959
  • Data de aniversário da cidade: 18 de fevereiro
  • Origem do nome: explicações de João Mendes de Almeida, a partir da língua tupi, dão conta de que kaî ou kaîa significaria queimado, tostado; a - fruta e mar - colorido. Assim, o nome seria traduzido como fruta colorida e queimada, referente ao fruto da árvore araçazeiro, abundante na região.

História

Teve origem no desmembramento do município de Santana do Parnaíba, com o nome de Água Fria. Seu desenvolvimento está ligado às pedreiras de cal, instaladas na região a partir de 1908, e à inauguração da estrada de ferro Perus-Pirapora que por ali tinha os ramais do Gato Preto e da Água Fria. O nome Cajamar apareceu a primeira vez junto com o nome de São Sebastião, para designar a igreja que se construiu por intenção de Afonso Caramigo que, em 1932, teria feito um pedido ao santo para acabar com a Revolução Constitucionalista. Em paga por sua promessa, ele ergueria uma ermida para São Sebastião, o protetor dos militares.

A cidade foi-se ampliando na medida em que mais vias de acesso passavam por ela, conectando-a a outros centros urbanos, como é o caso das rodovias Anhangüera e Bandeirantes e do rodoanel Mario Covas.

É uma cidade industrial, com a produção voltada em grande parte para dentro da região metropolitana.

Locais de interesse público

Destaca-se o boiódromo, palco de festas de rodeio e de shows de música sertaneja e country. A praça José Rodrigues do Nascimento é bastante arborizada e suas alamedas bastante largas, sendo um local apropriado para o descanso. O acervo da estrada de ferro Perus-Pirapora guarda parte da história dessa importante ferrovia nos primórdios da industrialização na região.

Municípios limítrofes

cajamar

{mosmap width='680'|height='510'|lat='-23.356'|lon='-46.877|zoom='13'|zoomType='Large'|align='center'}

Demografia

Coloque o cursor sobre o nome do indicador para ver sua definição

Município
Indicador
Ano
Valor
Estado de São Paulo
R.M. São Paulo
R.M. Campinas
R.M. Baixada Santista
Cajamar {yootooltip title=[Área (em km²)] width=[400] mode=[cursor] sticky=[0] display=[block]}Área territorial
Ano: 2005
Definição: Area territorial total (urbana e rural) do município, em quilômetros quadrados, definida por lei estadual em vigor em 1º de setembro do ano considerado.
Fonte: Instituto Geográfico e Cartográfico – IGC.
Estado de São Paulo: 248.600 km2
Região Metropolitana da Baixada Santista: 2.373 km2
Região Metropolitana de Campinas: 3.673 km2
Região Metropolitana de São Paulo: 8.051 km2{/yootooltip}
2009 135 248.600 8.051 3.673 2.373
Cajamar {yootooltip title=[População] width=[400] mode=[cursor] sticky=[0] display=[block]}População
Ano: 2007
Definição: As populações aqui consideradas resultam de um modelo de projeção demográfica baseado nos resultados do Censo Demográfico (IBGE) e nos indicadores de crescimento calculados a partir das estatísticas vitais processadas na Fundação Seade. Estas estimativas referem-se a 1º de julho de cada ano.
Fonte: Fundação Seade.
Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística – IBGE.
Estado de São Paulo: 41.029.416 habitantes
Região Metropolitana da Baixada Santista; 1.683.214 habitantes
Região Metropolitana de Campinas: 2.664.618 habitantes
Região Metropolitana de São Paulo: 19.586.264 habitantes{/yootooltip}
2008 63.308 41.139.672 19.697.337 2.708.469 1.664.929
Cajamar {yootooltip title=[Densidade demográfica] width=[400] mode=[cursor] sticky=[0] display=[block]}Densidade demográfica
Ano: 2007
Definição: Número de habitantes residentes de uma unidade geográfica em determinado momento, em relação à área dessa mesma unidade. A densidade demográfica é um índice utilizado para verificar a intensidade de ocupação de um território.
Fonte: Fundação Seade.
Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística – IBGE.
Instituto Geográfico e Cartográfico – IGC.
Estado de São Paaulo: 165,04 habitantes/km2
Região Metropolitana da Baixada Santista: 709,32 habitantes/km2
Região Metropolitana de Campinas: 725,46 habitantes/km2
Região Metropolitana de São Paulo: 2.432,77 habitantes/km2{/yootooltip}
2008 493,21 165,75 2.479,58 742,93 687,20
Cajamar {yootooltip title=[Grau de urbanização (%)] width=[400] mode=[cursor] sticky=[0] display=[block]}Grau de urbanização
(% de população urbana)
Ano: 2007
Definição: Percentual da população residente dentro dos limites urbanos dos municípios.
Obs: 1. As categorias rural e urbana de uma unidade geográfica são, no Brasil, definidas por lei municipal. Os critérios para determinar se um domicílio fica na zona rural ou urbana são políticos e variam, portanto, de um município a outro. 2. Em relação aos domicílios, o IBGE, órgão responsável pelo Censo Demográfico, identifica duas situações: a) em "situação urbana" estão os domicílios que se localizam em áreas urbanizadas ou não, correspondentes às cidades (sedes municipais), às vilas (sedes distritais) ou às áreas urbanas isoladas; b) em "situação rural" estão os domicílios que se localizam fora dos limites acima definidos, inclusive os aglomerados rurais de extensão urbana, os povoados e os núcleos.
Fonte: Fundação Seade.
Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística – IBGE.
Estado de São Paulo: 93,75%
Região Metropolitana da Baixada Santista: 99,61%
Região Metropolitana de Campinas: 97,38%
Região Metropolitana de São Paulo: 94,88%{/yootooltip}
2007 95,77 93,75 94,88 97,38 99,61
Cajamar {yootooltip title=[Índice de envelhecimento (%)] width=[400] mode=[cursor] sticky=[0] display=[block]}Índice de envelhecimento
Ano: 2007
Definição: Proporção de pessoas de 60 anos e mais por 100 indivíduos de 0 a 14 anos.
Adota-se o corte etário da população idosa em 60 anos, de acordo com Rede Interagencial de Informações para a Saúde - Ripsa e 25ª Conferência Sanitária Pan-Americana da Organização Pan-Americana da Saúde - Opas. Alguns países desenvolvidos adotam, todavia, 65 anos. Estas estimativas referem-se a 1º de julho de cada ano.
Fonte: Fundação Seade.
Estado de São Paulo: 41,90
Região Metropolitana da Baixada Santista: 46,06
Região Metropolitana de Campinas: 43,16
Região Metropolitana de São Paulo: 36,85{/yootooltip}
2008 24,21 44,83 39,44 46,80 48,37
Cajamar {yootooltip title=[População - 60 anos e mais (%)] width=[400] mode=[cursor] sticky=[0] display=[block]}População com 60 anos e mais
Definição: Proporção da população 60 anos e mais em relação ao total da população em determinado espaço geográfico, no ano considerado.

Fonte: Fundação Seade.

Nota: Refere-se a 1º de julho de cada ano.{/yootooltip}
2008 6,49 10,52 9,75 10,21 11,39
Cajamar {yootooltip title=[População - menos de 15 anos (%)] width=[400] mode=[cursor] sticky=[0] display=[block]}População com Menos de 15 Anos
Definição: Proporção da população de 0 a 14 anos em relação ao total da população em determinado espaço geográfico, no ano considerado.

Fonte: Fundação Seade.

Nota: Refere-se a 1º de julho de cada ano.
População com Menos de 15 Anos
Definição: Proporção da população de 0 a 14 anos em relação ao total da população em determinado espaço geográfico, no ano considerado.

Fonte: Fundação Seade.

Nota: Refere-se a 1º de julho de cada ano.{/yootooltip}
2008 26,79 23,47 24,71 21,82 23,55
Cajamar {yootooltip title=[Taxa geométrica de crescimento anual da população (%)] width=[400] mode=[cursor] sticky=[0] display=[block]}Taxa geométrica de crescimento anual da população 2000/2007
Ano: 2007
Definição: Expressa, em termos percentuais, o crescimento médio da população em um determinado período de tempo. Geralmente, considera-se que a população experimenta um crescimento exponencial também denominado como geométrico.
Fonte: Fundação Seade.
Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística – IBGE.
Estado de São Paulo: 1,50 a.a.
Região Metropolitana da Baixada Santista: 1,92 a.a.
Região Metropolitana de Campinas: 1,92 a.a.
Região Metropolitana de São Paulo: 1,33 a.a.{/yootooltip}
2008 2,85 1,34 1,24 1,88 1,53
Cajamar {yootooltip title=[Razão de Sexos] width=[400] mode=[cursor] sticky=[0] display=[block]}Razão de sexos
Ano: 2007
Definição: Número de homens para cada 100 mulheres na população residente em determinada área, no ano considerado. As estimativas referem-se a 1º de julho de cada ano.
Fonte: Fundação Seade.
Estado de São Paulo: 95,82
Região Metropolitana da Baixada Santista: 93,70
Região Metropolitana de Campinas: 97,62
Região Metropolitana de São Paulo: 93,25{/yootooltip}
2008 99,97 95,69 93,32 97,10 93,48
Cajamar {yootooltip title=[Taxa de natalidade (por mil hab.)] width=[400] mode=[cursor] sticky=[0] display=[block]}Taxa de natalidade (por mil habitantes)
Ano: 2006
Definição: Relação entre os nascidos vivos de uma determinada unidade geográfica, ocorridos e registrados num determinado período de tempo, e a população estimada para o meio do período, multiplicados por 1.000.
Taxa de natalidade = (nascidos vivos / população ao meio do período) x 1.000.
Fonte: Fundação Seade.
Estado de São Paulo: 14,92
Região Metropolitana da Baixada Santista: 15,03
Região Metropolitana de Campinas: 13,89
Região Metropolitana de São Paulo: 16,10{/yootooltip}
2006 17,54 14,92 16,10 13,89 15,03
Cajamar {yootooltip title=[Taxa de mortalidade geral (por local de residência) (por mil hab.)] width=[400] mode=[cursor] sticky=[0] display=[block]}Taxa de mortalidade geral
(por local de residência, por mil habitantes)
Ano: 2006
Definição: Relação entre os óbitos gerais de residentes numa unidade geográfica ocorridos num determinado período de tempo (em geral, um ano) e a população da mesma unidade estimada ao meio do período.
Taxa de mortalidade geral = (óbitos gerais de residentes / população ao meio do período) x 1.000.
Fonte: Fundação Seade.
Estado de São Paulo: 6,00
Região Metropolitana da Baixada Santista: 7,02
Região Metropolitana de Campinas: 5,46
Região Metropolitana de São Paulo: 5,61{/yootooltip}
2006 4,75 6,00 5,61 5,46 7,02
Cajamar {yootooltip title=[Taxa de mortalidade infantil (por mil nascidos vivos)] width=[400] mode=[cursor] sticky=[0] display=[block]}Taxa de mortalidade infantil
(por mil nascidos vivos)
Ano: 2006
Definição: Relação entre os óbitos de menores de um ano residentes numa unidade geográfica, num determinado período de tempo (geralmente um ano) e os nascidos vivos da mesma unidade nesse período.
Taxa de mortalidade infantil = (óbitos de menores de 1 ano / nascidos vivos) x 1.000.
Fonte: Fundação Seade.
Nota: A maior variabilidade nas taxas, em alguns municípios, pode decorrer do número reduzido de nascidos vivos e óbitos de crianças menores de 1 ano, ocorrido em cada ano considerado.
Estado de São Paulo: 13,28
Região Metropolitana da Baixada Santista: 17,58
Região Metropolitana de Campinas: 9,80
Região Metropolitana de São Paulo: 13,26{/yootooltip}
2006 19,04 13,28 13,26 9,80 17,58
Condições de vida

Coloque o cursor sobre o nome do indicador para ver sua definição

Município
Indicador
Ano
Valor
Estado de São Paulo
R.M. São Paulo
R.M. Campinas
R.M. Baixada Santista
Cajamar {yootooltip title=[Índice de Desenvolvimento Humano Municipal] width=[400] mode=[cursor] sticky=[0] display=[block]}Índice de desenvolvimento humano municipal - IDHM
Ano: 2000
Definição: Posição ocupada pelo município em relação aos outros municípios do Estado de São Paulo no que se refere ao desenvolvimento humano. O município classificado como número 1 é o de melhor desempenho, a partir da fórmula:
IDHM=(índice de longevidade + índice de educação + índice de renda) /3.
Fonte: Fundação Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística - IBGE.
Programa das Nações Unidas para o Desenvolvimento - Pnud.
Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada - Ipea.
Fundação João Pinheiro - FJP.
O IDHM se situa entre zero e um, os valores mais altos indicando níveis superiores de desenvolvimento humano.
Estado de São Paulo: 0,81
Região Metropolitana da Baixada Santista: 0,79
Região Metropolitana de Campinas: 0,81
Região Metropolitana de São Paulo: 0,79{/yootooltip}
2000 0,786 0,814 NA NA NA
Cajamar {yootooltip title=[Índice Paulista de Responsabilidade Social - IPRS Escolaridade] width=[400] mode=[cursor] sticky=[0] display=[block]}Indicadores do IPRS
Indicador sintético de escolaridade
Ano: 2006
Definição: Combinação linear de quatro variáveis, sendo expresso em uma escala de 0 a 100, na qual o 100 representa a melhor situação e zero, a pior.
Fonte: Fundação Seade. Índice Paulista de Responsabilidade Social - IPRS.
Indicador de escolaridade: dados de Censos Demográficos produzidos pelo IBGE e Censos Escolares realizados pelo Instituto Nacional de Estudos e Pesquisas Educacionais (Inep).{/yootooltip}
2006 64 65 66 63 61
Cajamar {yootooltip title=[Índice Paulista de Responsabilidade Social - IPRS Longevidade] width=[400] mode=[cursor] sticky=[0] display=[block]}Indicadores do IPRS
Indicador sintético de longevidade
Ano: 2006
Definição: Combinação linear de quatro taxas de mortalidade, sendo expresso em uma escala de 0 a 100, na qual o 100 representa a melhor situação e zero, a pior.
Para cada ano de referência, as taxas de mortalidade referem-se à média do triênio. Por exemplo, para o IPRS-2000, utilizou-se a média do período 1999-2001.
Fonte: Fundação Seade. Índice Paulista de Responsabilidade Social - IPRS.{/yootooltip}
2006 69 72 73 75 65
Cajamar {yootooltip title=[Índice Paulista de Responsabilidade Social - IPRS Riqueza] width=[400] mode=[cursor] sticky=[0] display=[block]}Indicadores do IPRS
Indicador sintético de riqueza
Ano: 2006
Definição: Combinação linear de quatro variáveis, sendo expresso em uma escala de 0 a 100, na qual o 100 representa a melhor situação e zero, a pior.
Fonte: Fundaçao Seade. Índice Paulista de Responsabilidade Social - IPRS.
Indicador de riqueza: registros administrativos fornecidos anualmente pelas Secretarias de Estado dos Negócios da Fazenda e da Energia do Estado de São Paulo e do Ministério do Trabalho e Emprego.{/yootooltip}
2006 57 55 61 56 65
Cajamar {yootooltip title=[Índice Paulista de Responsabilidade Social - IPRS] width=[400] mode=[cursor] sticky=[0] display=[block]}Índice paulista de responsabilidade social - IPRS
Ano: 2006
Definição: Os indicadores do IPRS sintetizam a situação de cada município no que diz respeito a riqueza, escolaridade e longevidade e, quando combinados, geram uma tipologia que classifica os municípios do Estado de São Paulo em cinco grupos:
Grupo 1 - Municípios que se caracterizam por um nível elevado de riqueza com bons níveis nos indicadores sociais
Grupo 2 - Municípios que, embora com níveis de riqueza elevados, não são capazes de atingir bons indicadores sociais
Grupo 3 - Municípios com nível de riqueza baixo, mas com bons indicadores sociais
Grupo 4 - Municípios que apresentam baixos níveis de riqueza e níveis intermediários de longevidade e/ou escolaridade
Grupo 5 - Municípios mais desfavorecidos do Estado, tanto em riqueza como nos outros indicadores
A metodologia completa pode ser encontrada em:
http://www.seade.gov.br/produtos/iprs/pdf/metodologia.pdf.
Fonte: Fundação Seade.{/yootooltip}
2006 Grupo 2 NA NA NA NA
Cajamar {yootooltip title=[Índice Paulista de Vulnerabilidade Social - IPVS Grupo 1 - Nenhuma Vulnerabilidade (% da população exposta)] width=[400] mode=[cursor] sticky=[0] display=[block]}"Índice Paulista de Vulnerabilidade Social - IPVS
Definição: O Índice Paulista de Vulnerabilidade Social (IPVS) permite identificar nos municípios do Estado de São Paulo, particularmente naqueles de maior porte, áreas em que predominam famílias expostas a diferentes níveis de vulnerabilidade social.O IPVS baseou-se em dois pressupostos: que as múltiplas dimensões da pobreza devem ser consideradas em um estudo sobre vulnerabilidade social; e que a segregação espacial é um fenômeno presente nos centros urbanos paulistas e contribui decisivamente para a permanência dos padrões de desigualdade social que os caracterizam. Assim, buscou-se a criação de uma tipologia de situações de vulnerabilidade, agregando-se, aos indicadores de renda, outros referentes à escolaridade e ao ciclo de vida familiar. A metodologia completa pode ser encontrada em:http://www.al.sp.gov.br/index_ipvs.htm
Fonte dos Dados
As informações utilizadas são provenientes do Censo Demográfico 2000 - Universo, detalhadas por setor censitário, única fonte de dados existente em escala intra-urbana para o Estado de São Paulo. "{/yootooltip}
2000 0,25 6,86 9,72 8,78 4,15
Cajamar {yootooltip title=[Índice Paulista de Vulnerabilidade Social - IPVS Grupo 2 - Vulnerabilidade Muito Baixa (% da população exposta)] width=[400] mode=[cursor] sticky=[0] display=[block]}Índice Paulista de Vulnerabilidade Social - IPVS
Definição: O Índice Paulista de Vulnerabilidade Social (IPVS) permite identificar nos municípios do Estado de São Paulo, particularmente naqueles de maior porte, áreas em que predominam famílias expostas a diferentes níveis de vulnerabilidade social.O IPVS baseou-se em dois pressupostos: que as múltiplas dimensões da pobreza devem ser consideradas em um estudo sobre vulnerabilidade social; e que a segregação espacial é um fenômeno presente nos centros urbanos paulistas e contribui decisivamente para a permanência dos padrões de desigualdade social que os caracterizam. Assim, buscou-se a criação de uma tipologia de situações de vulnerabilidade, agregando-se, aos indicadores de renda, outros referentes à escolaridade e ao ciclo de vida familiar. A metodologia completa pode ser encontrada em:http://www.al.sp.gov.br/index_ipvs.htm
Fonte dos Dados
As informações utilizadas são provenientes do Censo Demográfico 2000 - Universo, detalhadas por setor censitário, única fonte de dados existente em escala intra-urbana para o Estado de São Paulo.{/yootooltip}
2000 0,00 23,30 22,23 24,62 35,38
Cajamar {yootooltip title=[Índice Paulista de Vulnerabilidade Social - IPVS Grupo 3 - Vulnerabilidade Baixa (% da população exposta)] width=[400] mode=[cursor] sticky=[0] display=[block]}Índice Paulista de Vulnerabilidade Social - IPVS
Definição: O Índice Paulista de Vulnerabilidade Social (IPVS) permite identificar nos municípios do Estado de São Paulo, particularmente naqueles de maior porte, áreas em que predominam famílias expostas a diferentes níveis de vulnerabilidade social.O IPVS baseou-se em dois pressupostos: que as múltiplas dimensões da pobreza devem ser consideradas em um estudo sobre vulnerabilidade social; e que a segregação espacial é um fenômeno presente nos centros urbanos paulistas e contribui decisivamente para a permanência dos padrões de desigualdade social que os caracterizam. Assim, buscou-se a criação de uma tipologia de situações de vulnerabilidade, agregando-se, aos indicadores de renda, outros referentes à escolaridade e ao ciclo de vida familiar. A metodologia completa pode ser encontrada em:http://www.al.sp.gov.br/index_ipvs.htm
Fonte dos Dados
As informações utilizadas são provenientes do Censo Demográfico 2000 - Universo, detalhadas por setor censitário, única fonte de dados existente em escala intra-urbana para o Estado de São Paulo.{/yootooltip}
2000 14,81 22,17 24,45 29,21 18,39
Cajamar {yootooltip title=[Índice Paulista de Vulnerabilidade Social - IPVS Grupo 4 - Média Vulnerabilidade (% da população exposta)] width=[400] mode=[cursor] sticky=[0] display=[block]}Índice Paulista de Vulnerabilidade Social - IPVS
Definição: O Índice Paulista de Vulnerabilidade Social (IPVS) permite identificar nos municípios do Estado de São Paulo, particularmente naqueles de maior porte, áreas em que predominam famílias expostas a diferentes níveis de vulnerabilidade social.O IPVS baseou-se em dois pressupostos: que as múltiplas dimensões da pobreza devem ser consideradas em um estudo sobre vulnerabilidade social; e que a segregação espacial é um fenômeno presente nos centros urbanos paulistas e contribui decisivamente para a permanência dos padrões de desigualdade social que os caracterizam. Assim, buscou-se a criação de uma tipologia de situações de vulnerabilidade, agregando-se, aos indicadores de renda, outros referentes à escolaridade e ao ciclo de vida familiar. A metodologia completa pode ser encontrada em:http://www.al.sp.gov.br/index_ipvs.htm
Fonte dos Dados
As informações utilizadas são provenientes do Censo Demográfico 2000 - Universo, detalhadas por setor censitário, única fonte de dados existente em escala intra-urbana para o Estado de São Paulo.{/yootooltip}
2000 57,08 20,25 27,62 19,86 12,28
Cajamar {yootooltip title=[Índice Paulista de Vulnerabilidade Social - IPVS Grupo 5 - Vulnerabilidade Alta (% da população exposta)] width=[400] mode=[cursor] sticky=[0] display=[block]}Índice Paulista de Vulnerabilidade Social - IPVS
Definição: O Índice Paulista de Vulnerabilidade Social (IPVS) permite identificar nos municípios do Estado de São Paulo, particularmente naqueles de maior porte, áreas em que predominam famílias expostas a diferentes níveis de vulnerabilidade social.O IPVS baseou-se em dois pressupostos: que as múltiplas dimensões da pobreza devem ser consideradas em um estudo sobre vulnerabilidade social; e que a segregação espacial é um fenômeno presente nos centros urbanos paulistas e contribui decisivamente para a permanência dos padrões de desigualdade social que os caracterizam. Assim, buscou-se a criação de uma tipologia de situações de vulnerabilidade, agregando-se, aos indicadores de renda, outros referentes à escolaridade e ao ciclo de vida familiar. A metodologia completa pode ser encontrada em:http://www.al.sp.gov.br/index_ipvs.htm
Fonte dos Dados
As informações utilizadas são provenientes do Censo Demográfico 2000 - Universo, detalhadas por setor censitário, única fonte de dados existente em escala intra-urbana para o Estado de São Paulo.{/yootooltip}
2000 5,40 17,57 4,44 9,56 14,92
Cajamar {yootooltip title=[Índice Paulista de Vulnerabilidade Social - IPVS Grupo 6 - Vulnerabilidade Muito Alta (% da população exposta)] width=[400] mode=[cursor] sticky=[0] display=[block]}Índice Paulista de Vulnerabilidade Social - IPVS
Definição: O Índice Paulista de Vulnerabilidade Social (IPVS) permite identificar nos municípios do Estado de São Paulo, particularmente naqueles de maior porte, áreas em que predominam famílias expostas a diferentes níveis de vulnerabilidade social.O IPVS baseou-se em dois pressupostos: que as múltiplas dimensões da pobreza devem ser consideradas em um estudo sobre vulnerabilidade social; e que a segregação espacial é um fenômeno presente nos centros urbanos paulistas e contribui decisivamente para a permanência dos padrões de desigualdade social que os caracterizam. Assim, buscou-se a criação de uma tipologia de situações de vulnerabilidade, agregando-se, aos indicadores de renda, outros referentes à escolaridade e ao ciclo de vida familiar. A metodologia completa pode ser encontrada em:http://www.al.sp.gov.br/index_ipvs.htm
Fonte dos Dados
As informações utilizadas são provenientes do Censo Demográfico 2000 - Universo, detalhadas por setor censitário, única fonte de dados existente em escala intra-urbana para o Estado de São Paulo.{/yootooltip}
2000 22,43 9,82 11,51 7,92 14,85
Economia

Coloque o cursor sobre o nome do indicador para ver sua definição

Município
Indicador
Ano
Valor
Estado de São Paulo
R.M. São Paulo
R.M. Campinas
R.M. Baixada Santista
Cajamar {yootooltip title=[Produto Interno Bruto - PIB (em milhões de Reais)] width=[400] mode=[cursor] sticky=[0] display=[block]}Produto interno bruto - PIB
(em milhões de reais correntes)
Ano: 2005
Definição: Total dos bens e serviços produzidos pelas unidades produtoras, ou seja, a soma dos valores adicionados acrescida dos impostos.
Fonte: Fundação Seade.
Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística – IBGE.
Estado de São Paulo: R$ 727.052,82 milhões
Região Metropolitana da Baixada Santista: R$ 21.907,16 milhões
Região Metropolitana de Campinas; R$ 58.064,45 milhões
Região Metropolitana de São Paulo; R$ 416.501,24 milhões{/yootooltip}
2005 1.915,59 727.052,82 416.501,24 58.064,45 21.907,16
Cajamar {yootooltip title=[Produto Interno Bruto - PIB per capita (em Reais)] width=[400] mode=[cursor] sticky=[0] display=[block]}PIB per capita
Ano: 2005
Definição: Total dos bens e serviços produzidos pelas unidades produtoras, ou seja, a soma dos valores adicionados acrescida dos impostos, dividido pela população da respectiva agregação geográfica.
Fonte: Fundação Seade.
Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística – IBGE.
Estado de São Paulo: R$ 17.977,31 por habitante
Região Metropolitana da Baixada Santista R$ 13.377,89 por habitante
Região Metropolitana de Campinas R$ 22.044,73 por habitante
Região Metropolitana de São Paulo R$ 21.465,29 por habitante{/yootooltip}
2005 31.184,82 17.977,31 21.465,29 22.044,73 13.377,89
Cajamar {yootooltip title=[Participação no PIB do Estado] width=[400] mode=[cursor] sticky=[0] display=[block]}Participação no PIB do Estado (em %)
Ano: 2005
Definição: Percentual com que a agregação geográfica participa no PIB do Estado.
PIB é o total dos bens e serviços produzidos pelas unidades produtivas, ou seja, a soma dos valores adicionados acrescida dos impostos.
Fonte: Fundação Seade.
Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística – IBGE.
Estado de São Paulo: 100,00%
Região Metropolitana da Baixada Santista: 3,013146%
Região Metropolitana de Campinas: 7,986277%
Região Metropolitana de São Paulo: 57,286242%{/yootooltip}
2005 0,263473 100 57,286242 7,986277 3,013146
Cajamar {yootooltip title=[Participação dos setores no Valor Adicionado (%) - Administração Pública] width=[400] mode=[cursor] sticky=[0] display=[block]}Participação dos setores econômicos no total do valor adicionado
Ano: 2005
Definição: Percentual do valor adicionado do setor administração pública no total do valor adicionado da agregação geográfica.
Valor adicionado é o valor que a atividade de cada um desses setores agrega aos bens e serviços consumidos no seu processo produtivo.
Fonte: Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística – IBGE.
Fundação Seade.
Nota: Série revisada conforme novos procedimentos metodológicos adotados pelo IBGE, a partir de 2007.{/yootooltip}
2005 6,08 8,47 7,18 8,28 12,89
Cajamar {yootooltip title=[Participação dos setores no Valor Adicionado (%) - Agropecuária] width=[400] mode=[cursor] sticky=[0] display=[block]}Participação dos setores econômicos no total do valor adicionado
Ano: 2005
Definição: Percentual do valor adicionado do setor agropecuária no total do valor adicionado da agregação geográfica.
Valor adicionado é o valor que a atividade de cada um desses setores agrega aos bens e serviços consumidos no seu processo produtivo.
Fonte: Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística – IBGE.
Fundação Seade.
Nota: Série revisada conforme novos procedimentos metodológicos adotados pelo IBGE, a partir de 2007.{/yootooltip}
2005 0,11 1,84 0,06 0,57 0,30
Cajamar {yootooltip title=[Participação dos setores no Valor Adicionado (%) - Indústria] width=[400] mode=[cursor] sticky=[0] display=[block]}Participação dos setores econômicos no total do valor adicionado
Ano: 2005
Definição: Percentual do valor adicionado do setor indústria no total do valor adicionado da agregação geográfica.
Valor adicionado é o valor que a atividade de cada um desses setores agrega aos bens e serviços consumidos no seu processo produtivo.
Fonte: Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística – IBGE.
Fundação Seade.
Nota: Série revisada conforme novos procedimentos metodológicos adotados pelo IBGE, a partir de 2007.{/yootooltip}
2005 65,84 31,70 28,31 39,99 31,01
Cajamar {yootooltip title=[Participação dos setores no Valor Adicionado (%) - Serviços] width=[400] mode=[cursor] sticky=[0] display=[block]}Participação dos setores econômicos no total do valor adicionado
Ano: 2005
Definição: Percentual do valor adicionado do setor serviços no total do valor adicionado da agregação geográfica.
Valor adicionado é o valor que a atividade de cada um desses setores agrega aos bens e serviços consumidos no seu processo produtivo.
Fonte: Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística – IBGE.
Fundação Seade.
Nota: Série revisada conforme novos procedimentos metodológicos adotados pelo IBGE, a partir de 2007.{/yootooltip}
2005 34,05 66,46 71,63 59,44 68,69
Cajamar {yootooltip title=[Vínculos empregatícios - Agropecuária (%)] width=[400] mode=[cursor] sticky=[0] display=[block]}Percentual de vínculos empregatícios na agropecuária
Ano: 2006
Definição: Número de vínculos empregatícios na agropecuária.
Refere-se, em uma determinada data, ao total de vínculos empregatícios remunerados, efetivamente ocupados por trabalhadores com carteira de trabalho assinada (regime da Consolidação das Leis do Trabalho – CLT), estatutários (funcionários públicos) e trabalhadores avulsos, temporários e outros, desde que formalmente contratados, informados pelos estabelecimentos quando da elaboração da Relação Anual de Informações Sociais – Rais, do Ministério do Trabalho.
Fonte: Fundação Seade.
Ministério do Trabalho e Emprego – MTE. Relação Anual de Informações Sociais – Rais.
Estado de São Paulo: 3,46%
Região Metropolitana da Baixada Santista: 0,51%
Região Metropolitana de Campinas: 1,65%
Região Metropolitana de São Paulo: 0,20%{/yootooltip}
2006 0,21 3,46 0,20 1,65 0,51
Cajamar {yootooltip title=[Vínculos empregatícios - Comércio (%)] width=[400] mode=[cursor] sticky=[0] display=[block]}Percentual de vínculos empregatícios no comércio
Ano: 2006
Definição: Número de vínculos empregatícios no comércio.
Refere-se, em uma determinada data, ao total de vínculos empregatícios remunerados, efetivamente ocupados por trabalhadores com carteira de trabalho assinada (regime da Consolidação das Leis do Trabalho – CLT), estatutários (funcionários públicos) e trabalhadores avulsos, temporários e outros, desde que formalmente contratados, informados pelos estabelecimentos quando da elaboração da Relação Anual de Informações Sociais – Rais, do Ministério do Trabalho.
Fonte: Fundação Seade.
Ministério do Trabalho e Emprego – MTE. Relação Anual de Informações Sociais – Rais.
Estado de São Paulo: 18,62%
Região Metropolitana da Baixada Santista: 21,32%
Região Metropolitana de Campinas: 20,44%
Região Metropolitana de São Paulo: 17,36%{/yootooltip}
2006 5,09 18,62 17,36 20,44 21,32
Cajamar {yootooltip title=[Vínculos empregatícios - Construção Civil (%)] width=[400] mode=[cursor] sticky=[0] display=[block]}Percentual de vínculos empregatícios na construção civil
Ano: 2006
Definição: Número de vínculos empregatícios na construção civil.
Refere-se, em uma determinada data, ao total de vínculos empregatícios remunerados, efetivamente ocupados por trabalhadores com carteira de trabalho assinada (regime da Consolidação das Leis do Trabalho – CLT), estatutários (funcionários públicos) e trabalhadores avulsos, temporários e outros, desde que formalmente contratados, informados pelos estabelecimentos quando da elaboração da Relação Anual de Informações Sociais – Rais, do Ministério do Trabalho.
Fonte: Fundação Seade.
Ministério do Trabalho e Emprego – MTE. Relação Anual de Informações Sociais – Rais.
Estado de São Paulo: 3,49%
Região Metropolitana da Baixada Santista: 5,42%
Região Metropolitana de Campinas: 2,70%
Região Metropolitana de São Paulo; 3,81%{/yootooltip}
2006 1,31 3,49 3,81 2,70 5,42
Cajamar {yootooltip title=[Vínculos empregatícios - Indústria (%)] width=[400] mode=[cursor] sticky=[0] display=[block]}Percentual de vínculos empregatícios na indústria
Ano: 2006
Definição: Número de vínculos empregatícios na indústria.
Refere-se, em uma determinada data, ao total de vínculos empregatícios remunerados, efetivamente ocupados por trabalhadores com carteira de trabalho assinada (regime da Consolidação das Leis do Trabalho – CLT), estatutários (funcionários públicos) e trabalhadores avulsos, temporários e outros, desde que formalmente contratados, informados pelos estabelecimentos quando da elaboração da Relação Anual de Informações Sociais – Rais, do Ministério do Trabalho.
Fonte: Fundação Seade.
Ministério do Trabalho e Emprego – MTE. Relação Anual de Informações Sociais – Rais.
Estado de São Paulo: 23,97%
Região Metropolitana da Baixada Santista: 9,47%
Região Metropolitana de Campinas: 33,19%
Região Metropolitana de São Paulo: 19,90%{/yootooltip}
2006 30,60 23,97 19,90 33,19 9,47
Cajamar {yootooltip title=[Vínculos empregatícios - Serviços (%)] width=[400] mode=[cursor] sticky=[0] display=[block]}Percentual de vínculos empregatícios nos serviços
Ano: 2006
Definição: Número de vínculos empregatícios nos serviços.
Refere-se, em uma determinada data, ao total de vínculos empregatícios remunerados, efetivamente ocupados por trabalhadores com carteira de trabalho assinada (regime da Consolidação das Leis do Trabalho – CLT), estatutários (funcionários públicos) e trabalhadores avulsos, temporários e outros, desde que formalmente contratados, informados pelos estabelecimentos quando da elaboração da Relação Anual de Informações Sociais – Rais, do Ministério do Trabalho.
Fonte: Fundação Seade.
Ministério do Trabalho e Emprego – MTE. Relação Anual de Informações Sociais – Rais.
Estado de São Paulo: 50,46%
Região Metropolitana da Baixada Santista: 63,28%
Região Metropolitana de Campinas: 42,03%
Região Metropolitana de São Paulo: 58,73%{/yootooltip}
2006 62,80 50,46 58,73 42,03 63,28
Cajamar {yootooltip title=[Exportações (US$ FOB)] width=[400] mode=[cursor] sticky=[0] display=[block]}Valor das Exportações
Definição: Valor correspondente às mercadorias embarcadas para o exterior, sem retorno previsto.
Fonte: Ministério do Desenvolvimento, Indústria e Comércio Exterior.
Fundação Seade.
Nota: Dados preliminares.
O método de apuração das informações de exportação e importação por município segue o critério de domicílio fiscal do exportador/importador. A contabilização se dá, portanto, no município em que se localiza a empresa que realizou a exportação ou importação, independentemente de onde foi produzida (no caso das exportações) ou para onde foi destinada (no caso das importações) a mercadoria. Exemplo: a exportação de componentes automotivos, produzidos no município A, informada pelo exportador sediado no município B é contabilizada neste último.
{/yootooltip}
2007 521.669.696 56.211.488.768 19.168.858.112 5.884.079.616 4.082.761.728
Cajamar {yootooltip title=[Importações (US$ FOB)] width=[400] mode=[cursor] sticky=[0] display=[block]}Valor das Importações
Definição: Valor correspondente às mercadorias provenientes do exterior, sem retorno previsto.

Fonte: Ministério do Desenvolvimento, Indústria e Comércio Exterior.
Fundação Seade.{/yootooltip}
2007 210.987.472 48.469.000.192 19.503.822.848 8.570.604.544 1.832.061.056
Cajamar {yootooltip title=[Participação nas Exportações do Estado (%)] width=[400] mode=[cursor] sticky=[0] display=[block]}Participação nas Exportações do Estado
Definição: Valor das exportações da agregação geográfica em relação ao valor total das exportações do Estado.

Fonte: Ministério do Desenvolvimento, Indústria e Comércio Exterior.
Fundação Seade.{/yootooltip}
2007 0,92805 100 34,10132 10,46775 7,26322
Transportes

Coloque o cursor sobre o nome do indicador para ver sua definição

Município
Indicador
Ano
Valor
Estado de São Paulo
R.M. São Paulo
R.M. Campinas
R.M. Baixada Santista
Cajamar {yootooltip title=[Linhas e serviços EMTU] width=[400] mode=[cursor] sticky=[0] display=[block]}Linhas e serviços de ônibus regulares da EMTU/SP por município
Ano: 2007
Definição: Número de linhas de ônibus regulares intermunicipais metropolitanas que passam pelo município.
Fonte: EMTU/SP.
Total do Estado: 839 linhas regulares
Região Metropolitana da Baixada Santista: 59 linhas regulares
Região Metropolitana de Campinas: 176 linhas regulares
Região Metropolitana de São Paulo: 604 linhas regulares{/yootooltip}
2008 11 839 604 176 59
Cajamar {yootooltip title=[Sivim - total do viário (km)] width=[400] mode=[cursor] sticky=[0] display=[block]}Extensão total do viário metropolitano secundário, viário metropolitano e viário macrometropolitano
Ano: 2006
Definição:
Viário metropolitano secundário: corredores de transporte municipal de média capacidade articulados com os corredores metropolitanos.
Viário metropolitano: vias de trânsito preferencialmente intrametropolitano, compartilhado, em trechos urbanizados. Utilizado em viagens intermunicipais de média distância e em deslocamentos locais.
Viário macrometropolitano: vias de padrão rodoviário, segregadas do tráfego local, podendo apresentar trechos em áreas urbanizadas, permitindo acessos restritos ou controlados. Utilizado em viagens de média e longa distância.
Fonte: EMTU/SP - Sistema viário de interesse metropolitano - Sivim.
Total do Estado: 4.434,21 km
Região Metropolitana da Baixada Santista: 457,34 km
Região Metropolitana de Campinas: 1.166.67 km
Região Metropolitana de São Paulo: 2.810,20 km{/yootooltip}
2006 70,54 4.434,21 2.810,20 1.166,67 457,34
Cajamar {yootooltip title=[Sivim - viário macrometropolitano (km)] width=[400] mode=[cursor] sticky=[0] display=[block]}Extensão do viário macrometropolitano
Ano: 2006
Definição: Vias de padrão rodoviário, segregadas do tráfego local, podendo apresentar trechos em áreas urbanizadas, permitindo acessos restritos ou controlados. Utilizado em viagens de média e longa distância.
Fonte: EMTU/SP - Sistema viário de interesse metropolitano - Sivim.
Estado de São Paulo: 1.233,62 km
Região Metropolitana da Baixada Santista: 193,28 km
Região Metropolitana de Campinas: 385,32 km
Região Metropolitana de São Paulo; 655,02 km{/yootooltip}
2006 24,98 1.233,62 655,02 385,32 193,28
Cajamar {yootooltip title=[Sivim - viário metropolitano (km)] width=[400] mode=[cursor] sticky=[0] display=[block]}Extensão do viário metropolitano
Ano: 2006
Definição: Vias de trânsito preferencialmente intrametropolitano, compartilhado, em trechos urbanizados. Utilizado em viagens intermunicipais de média distância e em deslocamentos locais.
Fonte: EMTU/SP - Sistema viário de interesse metropolitano - Sivim.
Estado de São Paulo: 1.050,48 km
Região Metropolitana da Baixada Santista: 56,83 km
Região Metropolitana de Campinas: 204,23 km
Região Metropolitana de São Paulo; 789,42 km{/yootooltip}
2006 14,52 1.050,48 789,42 204,23 56,83
Cajamar {yootooltip title=[Sivim - viário metropolitano secundário (km)] width=[400] mode=[cursor] sticky=[0] display=[block]}Extensão do viário metropolitano secundário
Ano: 2006
Definição: Corredores de transporte municipal de média capacidade articulados com os corredores metropolitanos.
Fonte: EMTU/SP - Sistema viário de interesse metropolitano - Sivim.
Estado de São Paulo: 2.150,11 km
Região Metropolitana da Baixada Santista: 207,23 km
Região Metropolitana de Campinas: 577,12 km
Região Metropolitana de São Paulo; 1.365,76 km{/yootooltip}
2006 31,04 2.150,11 1.365,76 577,12 207,23
Cajamar {yootooltip title=[Frota - Automóveis] width=[400] mode=[cursor] sticky=[0] display=[block]}Frota de automóveis
Ano: 2007
Definição: Número de automóveis que constam do Sistema Nacional de Estatística de Trânsito.
Fonte: Departamento Nacional de Trânsito – Denatran. Sistema Nacional de Registro de Veículos – Renavam; Sistema Nacional de Estatística de Trânsito – Sinet.
Ministério das Cidades.
Estado de São Paulo: 11.014.103 veículos
Região Metropolitana da Baixada Santista: 270.107 veículos
Região Metropolitana de Campinas: 873.910 veículos
Região Metropolitana de São Paulo: 5.842.967 veículos{/yootooltip}
2007 10.590 11.014.103 5.842.967 873.910 270.107
Cajamar {yootooltip title=[Frota - Caminhões] width=[400] mode=[cursor] sticky=[0] display=[block]}Frota de caminhões
Ano: 2007
Definição: Número de caminhões que constam do Sistema Nacional de Estatística de Trânsito. Entende-se por caminhão qualquer veículo com quatro ou mais rodas para transporte de carga.
Fonte: Departamento Nacional de Trânsito – Denatran. Sistema Nacional de Registro de Veículos – Renavam; Sistema Nacional de Estatística de Trânsito – Sinet.
Ministério das Cidades.
Estado de São Paulo: 591.757 veículos
Região Metropolitana da Baixada Santista: 17.182 veículos
Região Metropolitana de Campinas: 41.412 veículos
Região Metropolitana de São Paulo: 241.530 veículos{/yootooltip}
2007 1.225 591.757 241.530 41.412 17.182
Cajamar {yootooltip title=[Frota - Microônibus e Camionetas] width=[400] mode=[cursor] sticky=[0] display=[block]}Frota de microônibus e camionetas
Ano: 2007
Definição: Número de microônibus e camionetas que constam do Sistema Nacional de Estatística de Trânsito. Entende-se microônibus como veículo de transporte coletivo, maior que a lotação e menor que o ônibus. Por camioneta, entende-se veículo de passageiros e pequena carga, de quatro a seis rodas. Incluem-se nessa categoria as peruas, vans e utilitários de carroceria.
Fonte: Departamento Nacional de Trânsito – Denatran. Sistema Nacional de Registro de Veículos – Renavam; Sistema Nacional de Estatística de Trânsito – Sinet.
Ministério das Cidades.
Estado de São Paulo: 1.587.202 veículos
Região Metropolitana da Baixada Santista: 35.717 veículos
Região Metropolitana de Campinas: 121.135 veículos
Região Metropolitana de São Paulo: 794.128 veículos{/yootooltip}
2007 1.698 1.587.202 794.128 121.135 35.717
Cajamar {yootooltip title=[Frota - Motocicletas e Assemelhados] width=[400] mode=[cursor] sticky=[0] display=[block]}Frota de motocicletas e assemelhados
Ano: 2007
Definição: Número de motocicletas que constam do Sistema Nacional de Estatística de Trânsito. Inclui motonetas, bicicletas motorizadas, triciclos e quadriciclos.
Fonte: Departamento Nacional de Trânsito – Denatran. Sistema Nacional de Registro de Veículos – Renavam; Sistema Nacional de Estatística de Trânsito – Sinet.
Ministério das Cidades.
Estado de São Paulo: 2.857.512 veículos
Região Metropolitana da Baixada Santista: 143.869 veículos
Região Metropolitana de Campinas: 236.920 veículos
Região Metropolitana de São Paulo: 942.988 veículos{/yootooltip}
2007 2.233 2.857.512 942.988 236.920 143.869
Cajamar {yootooltip title=[Frota - Ônibus] width=[400] mode=[cursor] sticky=[0] display=[block]}Frota de ônibus
Ano: 2007
Definição: Número de ônibus que constam do Sistema Nacional de Estatística de Trânsito. Entende-se por ônibus qualquer veículo com capacidade para grande número de passageiros.
Fonte: Departamento Nacional de Trânsito – Denatran. Sistema Nacional de Registro de Veículos – Renavam; Sistema Nacional de Estatística de Trânsito – Sinet.
Ministério das Cidades.
Estado de São Paulo: 109.745 veículos
Região Metropolitana da Baixada Santista: 2.489 veículos
Região Metropolitana de Campinas: 8.177 veículos
Região Metropolitana de São Paulo: 54.483 veículos{/yootooltip}
2007 86 109.745 54.483 8.177 2.489
Cajamar {yootooltip title=[Frota - Outros veículos] width=[400] mode=[cursor] sticky=[0] display=[block]}Frota de veículos de outros tipos
Definição: Frota de veículos de outro tipo que constam do Sistema Nacional de Estatística de Trânsito.
Incluem-se nessa categoria máquinas agrícolas (tratores de rodas, esteiras e misto), bondes, side-cars etc. (exceto motocicletas e assemelhados, microônibus e camioneta, automóvel, ônibus, caminhão e reboque) .

Fonte: Departamento Nacional de Trânsito – Denatran. Sistema Nacional de Registro de Veículos – Renavam; Sistema Nacional de Estatística de Trânsito – Sinet.
Ministério das Cidades.{/yootooltip}
2007 530 304.383 108.282 19.449 14.062
Cajamar {yootooltip title=[Frota - Total de Veículos] width=[400] mode=[cursor] sticky=[0] display=[block]}Frota total de veículos
Ano: 2007
Definição: Frota total de veículos que constam do Sistema Nacional de Estatística de Trânsito. Inclui veículos leves (automóveis, motocicletas, microônibus etc.), ônibus, caminhões, tratores e outros veículos motorizados ou não.
Fonte: Departamento Nacional de Trânsito – Denatran. Sistema Nacional de Registro de Veículos – Renavam; Sistema Nacional de Estatística de Trânsito – Sinet.
Ministério das Cidades.
Estado de São Paulo: 16.464.702 veículos
Região Metropolitana da Baixada Santista: 483.426 veículos
Região Metropolitana de Campinas: 1.301.003 veículos
Região Metropolitana de São Paulo:7.984.378 veículos{/yootooltip}
2007 16.362 16.464.702 7.984.378 1.301.003 483.426
Cajamar {yootooltip title=[Taxa de motorização (veículos por mil habitantes) - Automóveis] width=[400] mode=[cursor] sticky=[0] display=[block]}Taxa de motorização: automóveis
Ano: 2007
Definição: Número de automóveis para cada 1.000 habitantes (número de automóveis / população no período x 1.000).
Fonte: Departamento Nacional de Trânsito – Denatran. Sistema Nacional de Registro de Veículos – Renavam; Sistema Nacional de Estatística de Trânsito – Sinet.
Ministério das Cidades.
Estado de São Paulo: 268,44
Região Metropolitana da Baixada Santista: 160,47
Região Metropolitana de Campinas: 327,97
Região Metropolitana de São Paulo: 298,32{/yootooltip}
2007 162,80 268,44 298,32 327,97 160,47
Cajamar {yootooltip title=[Taxa de motorização (veículos por mil habitantes) - Microônibus e Camionetas] width=[400] mode=[cursor] sticky=[0] display=[block]}Taxa de motorização: microônibus e camionetas
Ano: 2007
Definição: Número de microônibus e camionetas para cada 1.000 habitantes (número de microônibus e camionetas / população no período x 1.000).
Fonte: Departamento Nacional de Trânsito – Denatran. Sistema Nacional de Registro de Veículos – Renavam; Sistema Nacional de Estatística de Trânsito – Sinet.
Ministério das Cidades.
Estado de São Paulo: 38,68
Região Metropolitana da Baixada Santista: 21,22
Região Metropolitana de Campinas: 45,46
Região Metropolitana de São Paulo: 40,55{/yootooltip}
2007 26,10 38,68 40,55 45,46 21,22
Cajamar {yootooltip title=[Taxa de motorização (veículos por mil habitantes) - Motocicletas e Assemelhados] width=[400] mode=[cursor] sticky=[0] display=[block]}Taxa de motorização: motocicletas e assemelhados
Ano: 2007
Definição: Número de motocicletas e assemelhados para cada 1.000 habitantes (número de motocicletas e assemelhados / população no período x 1.000).
Fonte: Departamento Nacional de Trânsito – Denatran. Sistema Nacional de Registro de Veículos – Renavam; Sistema Nacional de Estatística de Trânsito – Sinet.
Ministério das Cidades.
Estado de São Paulo: 69,65 veículos por mil hab.
Região Metropolitana da Baixada Santista: 85,47 veículos por mil hab.
Região Metropolitana de Campinas: 88,91 veículos por mil hab.
Região Metropolitana de São Paulo: 48,15 veículos por mil hab.{/yootooltip}
2007 34,33 69,65 48,15 88,91 85,47
Cajamar {yootooltip title=[Taxa de motorização (veículos por mil habitantes) - Ônibus] width=[400] mode=[cursor] sticky=[0] display=[block]}Taxa de motorização: ônibus
Ano: 2007
Definição: Número de ônibus para cada 1.000 habitantes (número de ônibus / população no período x 1.000).
Fonte: Departamento Nacional de Trânsito – Denatran. Sistema Nacional de Registro de Veículos – Renavam; Sistema Nacional de Estatística de Trânsito – Sinet.
Ministério das Cidades.
Estado de São Paulo: 2,67 veículos por mil hab.
Região Metropolitana da Baixada Santista: 1,48 veículos por mil hab.
Região Metropolitana de Campinas: 3,07 veículos por mil hab.
Região Metropolitana de São Paulo: 2,78 veículos por mil hab.{/yootooltip}
2007 1,32 2,67 2,78 3,07 1,48
Cajamar {yootooltip title=[Taxa de motorização (veículos por mil habitantes) - Total de Veículos] width=[400] mode=[cursor] sticky=[0] display=[block]}Taxa de motorização: total de veículos
Ano: 2007
Definição: Total de veículos do município para cada 1.000 habitantes (número total de veículos / população no período x 1.000). Somatória de todos os automóveis, caminhões, ônibus, microônibus e camionetas, motocicletas e assemelhados e outros veículos.
Fonte: Departamento Nacional de Trânsito – Denatran. Sistema Nacional de Registro de Veículos – Renavam; Sistema Nacional de Estatística de Trânsito – Sinet.
Ministério das Cidades.
Estado de São Paulo: 401,29 veículos por mil hab.
Região Metropolitana da Baixada Santista: 287,20 veículos por mil hab.
Região Metropolitana de Campinas: 488,25 veículos por mil hab.
Região Metropolitana de São Paulo: 407,65 veículos por mil hab.{/yootooltip}
2007 251,53 401,29 407,65 488,25 287,20

 

Endereço da Prefeitura: Praça Jose Rodrigues do Nascimento, 30
CEP 07760-000
Telefone (11) 4446-7699
Fax (11) 4447-7691
Email: O endereço de e-mail address está sendo protegido de spambots. Você precisa ativar o JavaScript enabled para vê-lo.
URL: http://www.cajamar.sp.gov.br
Endereço da Câmara municipal: Av. Professor Walter Ribas, 555 - Centro
CEP 07750-000
Telefone (11) 4446-6148 6054 / 6844 / 6866
Fax (11) 4446-6420
Email O endereço de e-mail address está sendo protegido de spambots. Você precisa ativar o JavaScript enabled para vê-lo.
URL http://www.camaracajamar.sp.gov.br


logo cptm logo efcj logo emtu logo metro logogesp

logo ouvidoria

logo sic

transparencia
Jumi.